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Projeto do DPM · painel de dados sobre desastres

Atlas de Desastres

Um painel web que abre os 76.191 registros municipais de desastres do S2iD, de 1991 a 2025, para que equipes de proteção e defesa civil consultem, comparem e mapeiem onde e quando os desastres aconteceram, e em quem eles bateram mais forte.

Estágio: em operação com acesso restrito, em validação Atualização editorial: 30/09/2026 Dados: 07/01/1991 a 31/12/2025

O sistema está publicado na internet, protegido por senha compartilhada com o público interno da SEDEC. Sem a credencial, o endereço pede autenticação.

Visão Geral · versão em operação · captura de 30/09/2026clique para ampliar

Problema e importância

Os registros existem há 35 anos. Faltava conseguir olhar para eles.

Cada desastre registrado por um município no S2iD vira um protocolo com data, tipologia, danos humanos, danos materiais e prejuízos. Consolidados pelo Atlas Digital de Desastres no Brasil, esses protocolos formam uma planilha de 76.191 linhas e 70 colunas. Nesse formato, perguntas básicas de planejamento exigem montar tabelas dinâmicas caso a caso, e o resultado não é fácil de conferir nem de compartilhar.

A Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (Lei nº 12.608/2012) dá prioridade às ações preventivas e prevê identificar e avaliar ameaças, suscetibilidades e vulnerabilidades. Prevenção e mitigação dependem de saber onde os desastres se repetem, em que época do ano se concentram e quais territórios têm menos capacidade de se recuperar.

O Atlas de Desastres responde a essas perguntas a partir do histórico oficial. Ele não prevê desastres nem substitui sistemas de alerta. O que ele faz é transformar o registro do passado em um instrumento de leitura territorial e sazonal, com número, período e recorte sempre visíveis.

Uma leitura que a planilha esconde. Entre 1991 e 2025, a tipologia Estiagem e Seca concentra 91,5% das pessoas diretamente afetadas, mas 4,1% dos mortos. Enxurradas e chuvas intensas somam 57,4% dos mortos e 3,8% dos afetados. O desastre que mais mata não é o que mais afeta, e o painel permite trocar a métrica no mesmo mapa para enxergar as duas coisas.
Registros municipais76.191S2iD / Atlas Digital · 1991–2025 · Brasil
Municípios com registro5.25694,4% dos 5.570 municípios · 314 sem registro
Registros na década de 202026.533em seis anos (2020–2025), contra 24.219 em toda a década de 2010
Reconhecimento federal46,7%35.608 registros reconhecidos · 40.583 sem reconhecimento

Valores lidos da API do sistema em 30/09/2026 (base 9c3f4404acfc). A cobertura de registro cresce ao longo da série, então parte da diferença entre décadas reflete a evolução do próprio sistema de registro.

O que o projeto oferece

Capacidades disponíveis no painel

Todas as capacidades abaixo estão implementadas e em uso na versão publicada. As ressalvas indicam validações ainda pendentes, não funcionalidades ausentes.

Implementado

Visão geral e filtros globais

Indicadores de registros, mortos, afetados diretos, prejuízos e reconhecimento federal, com sazonalidade por mês e ano. Treze filtros combináveis (período, região, UF, município, grupo, tipologia, status, bioma, região hidrográfica, fase ENSO e outros) valem em todas as páginas.

Implementado

Mapa municipal

Mapa coroplético dos 5.570 municípios (malha IBGE 2022), em valor absoluto ou por habitante, com escala por quantis ou logarítmica, animação ano a ano, perfil do município e exportação em PNG. Município sem registro é distinto de município com valor zero informado.

Implementado

Mapa bivariado: desastre × vulnerabilidade

Cruza, em tercis (3×3), a métrica de desastre com a vulnerabilidade social (IPS Brasil 2026 invertido) ou climática (IVCM). Mostra onde o impacto se concentra em municípios com menos capacidade de resposta.

Ressalva: a direção do índice IVCM aguarda confirmação documental junto à fonte.

Implementado

ENSO: El Niño e La Niña

Relaciona a série de registros ao índice ONI da NOAA: taxas por fase, contraste por região e grupo de desastre, correlações defasadas e os 21 episódios oficiais. As estatísticas são pré-computadas e as ressalvas de leitura ficam na própria tela.

Ressalva: a validação metodológica por especialista em clima ainda não foi realizada.

Implementado

Comparar recortes

De dois a seis mapas lado a lado, com a mesma métrica e a mesma escala de cores, diferença A − B município a município, normalização por anos de fase ENSO, linha do tempo sincronizada e prancha em PNG.

Implementado

Registros, relatório e exportação

Tabela paginada com busca e detalhe de cada protocolo, exportação em CSV, relatório imprimível do recorte (PDF pelo navegador) e página de Metodologia e Qualidade com as 16 verificações da base. Todo recorte vive no endereço da página: copiar o link é compartilhar a mesma tela.

Conheça o sistema

Telas da versão em operação

Capturas reais feitas em 30/09/2026 no tema visual SEDEC, com todos os filtros limpos (recorte completo 1991–2025). As cores dos mapas e gráficos seguem as convenções do próprio Atlas e não mudam com o tema desta página. Clique em uma tela para ampliá-la.

O painel também possui as páginas Registros (tabela com exportação em CSV), Relatório (versão imprimível do recorte), Assistente (conversa com um agente, em teste) e Publicações. Elas não foram incluídas na galeria para evitar repetição; a tabela e o relatório reproduzem os mesmos números das telas acima.

Como funciona

Da planilha oficial ao mapa, sem alterar a fonte

O sistema não recebe dados em tempo real nem edita a origem. Ele processa a planilha consolidada do Atlas Digital de Desastres uma vez, valida o resultado e serve consultas rápidas a partir de arquivos prontos.

Fluxo de dados do Atlas de Desastres Cinco etapas ligadas por setas: fontes de dados; processamento com 16 validações; arquivos analíticos; API de consulta; interface web. A descrição textual completa está na lista numerada ao lado. 1 · Fontes Planilha S2iD / Atlas Digital 76.191 linhas × 70 colunas Malha municipal IBGE 2022 IPS Brasil 2026 (pop., IPS, IVCM) ONI / NOAA (1950–2026) Biomas e regiões hidrográficas somente leitura 2 · Processamento Normaliza códigos, datas e UFs Casa IPS, ONI, bioma e RH Pré-computa estatísticas ENSO 16 validações bloqueantes protocolo único · chaves IBGE e COBRADE · totais = componentes se uma falha, nada é gravado 3 · Arquivos Tabela de registros (Parquet) Dimensões: município, desastre (COBRADE), ONI Malha em GeoJSON Relatório de qualidade com a versão da base ≈ 38 MB, regeneráveis 4 · API de consulta Consultas em memória sobre os arquivos (DuckDB) 15 rotas: resumo, séries, mapa, agregações, registros Sem banco de dados em execução 5 · Interface web Visão Geral · Temporal · Mapa Comparar · ENSO · Registros Relatório · Metodologia Mapa em SVG puro funciona sem placa gráfica e imprime bem recorte vive na URL

Diagrama resumido do fluxo de dados; a descrição completa está na lista numerada abaixo.

  1. Fontes. A planilha oficial do Atlas Digital de Desastres (aba de valores corrigidos, 76.191 registros de 1991 a 2025) é a base principal. Entram como complemento a malha municipal IBGE 2022, a planilha do IPS Brasil 2026 (população 2025, IPS e IVCM), a série mensal do índice ONI da NOAA e as camadas de biomas e regiões hidrográficas. Nenhuma fonte é modificada.
  2. Processamento. Um script reproduzível lê a planilha, normaliza códigos e datas, relaciona cada município ao IPS, ao bioma e à região hidrográfica, e pré-computa as estatísticas da página ENSO. Dezesseis validações são obrigatórias: se qualquer uma falha, nenhum arquivo é gravado.
  3. Arquivos analíticos. O resultado são tabelas colunares e a malha simplificada, acompanhadas de um relatório de qualidade que carimba a versão da base (os doze primeiros dígitos do SHA-256 da planilha; hoje, 9c3f4404acfc).
  4. API de consulta. Um serviço lê os arquivos em memória e responde a consultas de resumo, séries temporais, mapa, agregações e registros, com os treze filtros combináveis. Não há banco de dados em execução.
  5. Interface. A aplicação web monta as páginas a partir da API. Os filtros ficam no endereço, por isso um link reproduz exatamente a mesma tela para outra pessoa.

Regras de leitura embutidas no produto

  • Um registro por município atingido. Um desastre regional gera vários protocolos; contar registros não é contar eventos.
  • Zero ≠ sem registro. A base não tem valores nulos: ausência de informação virou zero na origem. O mapa separa as duas situações.
  • Pessoas-registro. Somas de pessoas entre registros são impacto acumulado, não pessoas únicas.
  • Danos ≠ prejuízos. Danos materiais e prejuízos econômicos nunca são somados entre si; os totais oficiais são usados diretamente.
  • Data do evento. Todas as séries usam a data do evento; a data administrativa do registro aparece só no detalhe.
  • Comparações honestas. Na página Comparar, a métrica e a escala pertencem ao conjunto de painéis, e o modo bivariado fica fora da prancha porque tercis por painel não são comparáveis.

Aplicações na prevenção e na mitigação

Decisões que o painel pode apoiar

O Atlas é uma ferramenta de apoio à análise. Ele organiza a evidência histórica; a decisão continua com as equipes e gestores. Os usos abaixo são compatíveis com o que o sistema já faz. Como o painel está em validação, ainda não há avaliação de uso em rotina institucional.

Dimensionamento

Sustentar pedidos de recurso com o histórico do recorte

Um relatório imprimível por UF, região hidrográfica, bioma ou tipologia reúne registros, mortos, afetados, habitações destruídas e prejuízos do período escolhido, com fonte, versão da base e filtros ativos declarados.

Planejamento sazonal

Antecipar janelas de atenção por fase do ENSO

As estatísticas da página ENSO mostram em que regiões, grupos de desastre e meses a frequência de registros se desloca sob El Niño ou La Niña, e com que defasagem. Isso pode informar a preparação de campanhas e estoques antes da estação crítica. O ENSO altera probabilidades; não é previsão de evento.

Comparação entre recortes

Comparar territórios e períodos com a mesma régua

A página Comparar permite pôr lado a lado duas UFs, dois grupos de desastre ou duas fases climáticas, com as mesmas classes de cor, para discutir prioridades em reunião sem depender de tabelas montadas à mão.

Conferência e transparência

Verificar números antes de citá-los

Cifras de auditoria, verificações de integridade e limitações ficam publicadas na página Metodologia e Qualidade. Qualquer número do painel pode ser rastreado à planilha de origem e à versão da base.

Usos potenciais ainda não implementados. Integração direta com o S2iD, atualização automática da base, séries de clima observado e qualquer camada preditiva constam apenas como possibilidades futuras, sem desenvolvimento iniciado.

Método, dados e limitações

De onde vêm os números e como lê-los

Fontes de dados

FonteUso no painelReferência
S2iD / Atlas Digital de Desastres no Brasil (SEDEC/MIDR; consolidação Ceped/UFSC)Base principal: registros municipais, danos e prejuízos1991–2025 · 76.191 registros · valores monetários já corrigidos pela metodologia do Atlas
COBRADE (Classificação e Codificação Brasileira de Desastres)Tipologias (16) e grupos (4)65 códigos, 60 em uso
Malha municipal IBGE 2022Polígonos do mapa5.570 municípios, simplificados
IPS Brasil 2026População 2025 (taxas por habitante), IPS e IVCM (mapa bivariado)5.570 de 5.570 municípios casados
ONI / NOAAFase ENSO como filtro e página ENSO915 meses, 1950–2026
Biomas e regiões hidrográficas (base geográfica institucional)Filtros e dimensões territoriais6 biomas · 12 regiões hidrográficas

Atualização dos dados: a base é reprocessada manualmente a cada nova planilha. Versão em operação: 9c3f4404acfc, processada em 16/07/2026.

Limitações que importam na leitura

  • Zero pode significar "não informado". A planilha de origem não distingue ausência de informação de valor zero.
  • A cobertura de registro cresce ao longo do tempo. Comparações entre décadas medem em parte a evolução do próprio sistema de registro, não só do fenômeno.
  • Malha de 2022 e população de 2025 são aplicadas a todo o período; mudanças territoriais e demográficas não são refletidas ano a ano.
  • Registros sem reconhecimento federal entram na soma por padrão, com a composição sempre visível e filtro para restringir.
  • Datas administrativas. Parte da defasagem observada na página ENSO decorre do momento do registro, não do fenômeno. Há 12 registros com data do evento posterior à do registro, mantidos como estão.
  • Valores monetários vêm corrigidos conforme a metodologia do Atlas, mas o ano-base não consta da planilha usada.
  • Associação não é causa. Os contrastes por fase ENSO e o cruzamento com vulnerabilidade descrevem coincidências no histórico, não mecanismos.
Como a página ENSO calcula os contrastes e correlações

Da série mensal de registros subtrai-se a média móvel centrada de 60 meses, para remover a tendência de melhoria da notificação, e o resíduo é padronizado pela climatologia de cada mês do calendário. O contraste de uma célula região × grupo é a diferença entre a anomalia média sob El Niño e sob La Niña, em desvios-padrão; uma célula só é marcada como robusta se o contraste for de pelo menos 0,15 desvio-padrão em módulo e houver ao menos 500 registros.

As correlações defasadas comparam a anomalia de registros (após transformação log(1+x)) com o ONI de 0 a 18 meses antes. O limiar de significância é ±2/√nef, em que nef é o número efetivo de observações corrigido pela autocorrelação das séries (Bretherton et al., 1999). Como o ONI é fortemente autocorrelacionado, defasagens vizinhas não são distinguíveis: a leitura correta é por janelas, não por picos exatos. Os episódios seguem a regra da NOAA (cinco ou mais temporadas trimestrais consecutivas com |ONI| ≥ 0,5 °C) e seus excessos são comparados aos meses neutros de uma janela local de ±3 anos.

Exemplo publicado na tela: para o Norte e o grupo climatológico, a correlação máxima ocorre com seis meses de defasagem (r = 0,31, limiar 0,18). O painel também mostra a taxa de mortos sob La Niña com e sem janeiro de 2011 (Região Serrana do Rio de Janeiro), porque um único mês domina a média.

As 16 verificações de integridade aplicadas à base

Protocolo único e não nulo · código IBGE com 7 dígitos · todo código IBGE existe na dimensão de municípios · COBRADE com 5 dígitos · todo COBRADE existe na dimensão de desastres · tipologia e grupo coerentes com a dimensão · datas do evento entre 1990-01-01 e hoje · UF entre as 27 siglas · região entre as 5 macrorregiões · região coerente com a UF · total de danos humanos = soma dos 7 componentes · total de danos materiais = soma dos 6 valores · prejuízo público = soma dos 11 setores · prejuízo privado = soma dos 5 setores · prejuízo total = público + privado · status dentro do vocabulário conhecido. Situação em 30/09/2026: 16 de 16 aprovadas.

Estágio e próximos passos

Onde o projeto está

Estágio declarado: em operação com acesso restrito, em validação. O sistema está funcionalmente completo para o escopo definido, publicado em servidor com HTTPS e senha compartilhada, e passa por validação humana das cifras e dos métodos antes de qualquer ampliação de acesso.

Concluído

  • Processamento reproduzível da planilha com 16 validações bloqueantes16 de 16 aprovadas na base 9c3f4404acfc
  • API de consulta com 15 rotas e 13 filtros combináveis
  • Interface web com Visão Geral, Evolução Temporal, Mapa, Comparar, ENSO, Registros, Relatório e Metodologiaem português e inglês
  • Mapa bivariado, taxas por habitante, animação temporal e exportações (CSV, PNG, PDF)
  • 42 testes automatizados (dados, contrato da API e navegação)todos aprovados na auditoria de julho de 2026
  • Auditoria técnica documentalcinco relatórios, 28/07/2026
  • Publicação em servidor institucional com HTTPS e senha compartilhada30/07/2026

Em teste ou validação

  • Validação humana das cifras de auditoria contra a planilha de origem
  • Validação metodológica da página ENSO por especialista
  • Confirmação da direção do índice IVCM junto à fonteafeta a leitura do mapa bivariado climático
  • Decisões sobre a interpretação do valor zero e o tratamento dos 12 registros com datas invertidas
  • Assistente de conversa integrado ao paineladicionado em agosto de 2026; depende de um agente externo e não é fonte de dados do painel
  • Revisão da versão em inglês

Previsto, sem desenvolvimento iniciado

  • Rotina documentada de atualização da base a cada nova planilha
  • Controle de acesso individual, em substituição à senha compartilhada
  • Empacotamento para uso local sem servidor
  • Malha municipal em resolução fina para zoom aproximado
  • Anexação das referências bibliográficas completas do método ENSO ao repositório

Não há cronograma publicado para esses itens.

Materiais e referências

Para saber mais

Os links externos exigem conexão com a internet. Os documentos internos do projeto acompanham o repositório e podem ser solicitados à equipe do DPM.

Referências externas

  • Atlas Digital de Desastres no BrasilSEDEC/MIDR com Ceped/UFSC. Fonte dos registros consolidados do S2iD. atlasdigital.mdr.gov.br
  • Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD)MIDR/SEDEC. Sistema oficial de registro de desastres e de reconhecimento federal de situação de emergência e estado de calamidade pública. gov.br/mdr — S2iD
  • Lei nº 12.608, de 10 de abril de 2012Institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), que abrange prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação. planalto.gov.br — L12608
  • Classificação e Codificação Brasileira de Desastres (COBRADE)Instrução Normativa MI nº 1/2012; reprodução pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul. defesacivil.rs.gov.br — COBRADE (PDF)
  • UNDRR — Terminologia de redução do risco de desastresDefinições de ameaça (hazard), exposição, vulnerabilidade, risco de desastre, prevenção e mitigação. undrr.org/terminology
  • NOAA Climate Prediction Center — Oceanic Niño Index (ONI)Definição do índice e dos episódios El Niño e La Niña (limiar ±0,5 °C por cinco temporadas trimestrais consecutivas). cpc.ncep.noaa.gov — ONI
  • IPS Brasil 2026 — Índice de Progresso SocialÍndice de 0 a 100 para os 5.570 municípios, em três dimensões, com metodologia do Social Progress Imperative. ipsbrasil.org.br
  • Bretherton, C. S. et al. (1999)The effective number of spatial degrees of freedom of a time-varying field. Journal of Climate, 12(7), 1990–2009. Base do número efetivo de observações usado nas correlações da página ENSO. doi:10.1175/1520-0442(1999)012<1990:TENOSD>2.0.CO;2

Documentos do projeto

  • Página Metodologia e Qualidade do próprio painelMétodo, limitações, verificações e cifras de auditoria publicados na interface (acesso restrito).
  • Dicionário de dadosCampos, normalizações e decisões metodológicas do processamento (repositório do projeto).
  • Auditoria técnica de 28/07/2026Cinco relatórios: validação humana, metodologia, situação da implementação, especificações de implantação e distribuição local (81 páginas, repositório do projeto).
  • Runbook de implantaçãoProcedimento de publicação em servidor com HTTPS e controle de acesso (repositório do projeto).

Glossário breve

Registro municipal de desastre
Um protocolo do S2iD referente a um município atingido. Um desastre regional gera um registro por município.
Reconhecimento federal
Chancela da União à situação de emergência ou ao estado de calamidade pública declarados pelo ente local. Registros sem reconhecimento também constam da base.
Vulnerabilidade
Condições físicas, sociais, econômicas e ambientais que aumentam a suscetibilidade de pessoas, comunidades e sistemas aos impactos de uma ameaça (UNDRR). No painel, aproximada pelo IPS invertido ou pelo IVCM.
Mapa bivariado
Mapa que combina duas variáveis em uma única legenda 3×3, classificando cada município em tercis de cada variável.
ENSO e ONI
El Niño–Oscilação Sul é a variação acoplada oceano–atmosfera do Pacífico tropical. O ONI é o índice da NOAA que classifica as fases El Niño, La Niña e neutra.
Correlação defasada
Medida de associação entre duas séries quando uma é deslocada no tempo em relação à outra. Indica coincidência temporal, não causa.
Selo Proteção e Defesa Civil Brasil
Departamento de Prevenção e Mitigação de Desastres (DPM) Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC) · Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR)
Fonte dos dados: S2iD / Atlas Digital de Desastres no Brasil · malha IBGE 2022 · IPS Brasil 2026 · ONI/NOAA · base 9c3f4404acfc (16/07/2026)
Página institucional v1.0
Atualização editorial: 30/09/2026
Capturas de tela: 30/09/2026
Captura ampliada
Translation notes译文说明

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