CNDConjuntura Nacional de Desastres · SEDEC · DPM
MIDRSEDECDPMProjetosConjuntura Nacional de Desastres
Projeto em planejamento · proposta em apreciação · edição-piloto nº 0 concluída em agosto de 2026
Mapa do Brasil em três dimensões: uma coluna por município, com altura proporcional ao número de registros de desastres no S2iD entre 1991 e 2025. As colunas mais altas e amarelas, de estiagem e seca, concentram-se no Nordeste; as azuis e violetas, de chuvas, no Sul e no Sudeste.

Projeto do Departamento de Prevenção e Mitigação · SEDEC/MIDR

Conjuntura Nacional de Desastres

O retrato anual do Brasil em proteção e defesa civil, dando voz ao S2iD.

Estágio: em planejamento · proposta em apreciação Edição-piloto nº 0 concluída Atualizado em 21/10/2026

Há mais de uma década, o S2iD (Sistema Integrado de Informações sobre Desastres) recebe o registro oficial de cada desastre declarado pelos municípios. A Conjuntura propõe transformar esses registros, somados ao que estados e municípios já informam, em um relatório anual público, com método declarado. O modelo é a Conjuntura dos Recursos Hídricos, que a ANA publica desde 2009.

Ao fundo, os 5.570 municípios. A altura de cada coluna acompanha os registros de desastres no S2iD de 1991 a 2025 (Atlas Digital de Desastres no Brasil). Dados reais. Arraste para girar; passe o cursor para ler.

Dar voz ao S2iD

Dar voz ao S2iD

O dado existe: cada desastre declarado no país passa pelo S2iD. Falta dar voz a ele, com um retrato anual e um método público que mostre o que aconteceu, o que foi feito e o que mudou.

76.191registros municipais de desastres, de 1991 a 2025
5.256dos 5.570 municípios têm ao menos um registro (94,4%)
35.608registros com reconhecimento federal de situação de emergência ou calamidade pública
5.345municípios com usuários no S2iD, mais de 26.620 pessoas (set. 2026)

Em 21/10/2026, o mapa público do S2iD mostrava 1.424 reconhecimentos vigentes. Fontes: Atlas Digital de Desastres no Brasil (série 1991–2025, base 9c3f4404acfc); MIDR, página do S2iD (gráfico de 30/09/2026); s2id.mi.gov.br.

35 anos no mapa · 1/4

A seca é o desastre mais registrado do país

Estiagem e seca somam 33.493 registros, 62,9% deles no Nordeste. Os desastres climatológicos respondem por 48,9% de toda a série.

No mapa: só os registros climatológicos (estiagem, seca, incêndio florestal, ondas de calor e de frio).

35 anos no mapa · 2/4

As chuvas concentram-se no Sul e no Sudeste

Inundações, enxurradas, alagamentos, chuvas intensas, vendavais e granizo somam 36.683 registros, quase metade da série. Do total, 70,6% estão no Sul e no Sudeste.

No mapa: registros hidrológicos (azul) e meteorológicos (violeta).

35 anos no mapa · 3/4

Role a página: 35 anos passam pelo mapa

Registros por ano, 1991–2025

199120082025

A média passou de 712 registros por ano na década de 1990 para 3.707 entre 2016 e 2025. O pico foi 2023, com 5.115.

Cautela de leitura: a curva mede também a evolução do próprio registro. 58,5% dos registros são de 2013 em diante, quando o registro digital no S2iD já estava em uso. Mais registros não significam, por si, mais desastres.

35 anos no mapa · 4/4

O ano-base 2025, como uma edição anual o mostraria

4.262registros municipais em 2025
2.551municípios com ao menos um registro
2.253registros com reconhecimento federal
410.215pessoas desabrigadas ou desalojadas (pessoas-registro)

Mais registros: Santa Catarina (738), Rio Grande do Sul (726) e Minas Gerais (520). Tipologias principais: estiagem e seca (1.509) e chuvas intensas (1.171).

Dados demonstrativos Demonstração feita com a série do Atlas Digital, consolidada até 2025. Não é a edição oficial.

Explore você mesmo

O seu município no S2iD

Tipos de desastre
Toda a série (1991–2025)

A tabela por UF e a série anual completa estão em Método e limitações. As cores do mapa seguem os grupos de desastre e não mudam com o tema da página.

O que o S2iD registra

Cada fase da gestão de riscos já deixa rastro em algum sistema

A Política Nacional de Proteção e Defesa Civil abrange prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação (Lei nº 12.608/2012, art. 3º). Em cada fase, o S2iD e os sistemas vizinhos já guardam informação. A Conjuntura organizaria essa informação por fase e por área da SEDEC. Selecione uma fase na roda.

S2iDe sistemas vizinhos

Prevenção e mitigação

Área responsável na SEDEC: Departamento de Prevenção e Mitigação (DPM)

Já existe

  • Cadastro Nacional de Municípios com Áreas Suscetíveis a deslizamentos, inundações bruscas e processos correlatos, mantido pelo DPM. A União indicou 2.095 municípios prioritários.
  • Transferências para ações de prevenção formalizadas pelo S2iD.
  • Indicador de Capacidade Municipal (ICM): 20 variáveis declaradas pelos municípios. É o principal indicador de monitoramento do Programa 2318 do PPA 2024–2027.
  • Portfólio técnico do DPM: severidade física das chuvas, curvas de chuva de projeto com cenários climáticos, priorização municipal.

A Conjuntura mostraria

  • A evolução anual do Cadastro, que o Decreto nº 10.692/2021 manda publicar todo ano.
  • As obras e os planos de redução de risco apoiados no ano.
  • A capacidade municipal por faixa do ICM e por UF.

“O risco diminuiu onde importa?”

Preparação

Áreas responsáveis: Departamento de Preparação e Socorro (DPS) e Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CENAD)

Já existe

  • Módulo de Plano de Contingência (PLANCON) no S2iD. A própria SEDEC registra que ainda é pouco usado.
  • Defesa Civil Alerta (mensagem no celular por cell broadcast), desde agosto de 2024: 737 emissões entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025.
  • Interface de Divulgação de Alertas Públicos (IDAP): SMS 40199, WhatsApp, Telegram, TV por assinatura e Google.
  • Cemaden: 1.295 municípios monitorados desde março de 2026.

A Conjuntura mostraria

  • Os alertas emitidos no ano e a sua cobertura.
  • Os planos de contingência registrados e atualizados.
  • As capacitações do ciclo, previstas no Plano de Capacitação Continuada 2024–2028.

“O país estava pronto?”

Resposta

Área responsável: Departamento de Preparação e Socorro (DPS)

Já existe no S2iD

  • O Formulário de Informações do Desastre (FIDE): tipo COBRADE, área afetada, danos humanos, materiais e ambientais, prejuízos públicos e privados.
  • A declaração das ações emergenciais (DMATE), o decreto e o relatório fotográfico.
  • O reconhecimento federal de situação de emergência e de estado de calamidade pública.
  • Os pedidos de recursos para socorro e restabelecimento, pagos pelo Cartão de Pagamento de Defesa Civil.

A Conjuntura mostraria

  • Registros e reconhecimentos do ano por tipo, UF e mês.
  • O tempo entre o desastre, o registro e o reconhecimento.
  • Os recursos de resposta liberados por fase e por UF.

“A resposta chegou a tempo?”

Assistência humanitária

Área responsável: Departamento de Assistência Humanitária

Já existe

  • Os pedidos de kits de assistência humanitária pelo S2iD, que podem ser feitos antes de concluído o reconhecimento.
  • A Operação Carro-Pipa, mantida pelo Departamento em parceria com o Exército (Decreto nº 12.504/2025, art. 18-A, VI).

A Conjuntura mostraria

  • A assistência mobilizada no ano, por UF e por evento.
  • As pessoas atendidas e os grupos mais vulneráveis alcançados.

“Quem foi assistido, e como?”

Recuperação

Área responsável: Departamento de Restabelecimento e Recuperação

Já existe no S2iD

  • O plano de trabalho de recuperação (infraestrutura pública ou unidade habitacional), com relatório de diagnóstico.
  • O acompanhamento da execução e a prestação de contas.
  • Relatórios públicos de ações de reconstrução: processos, vigência e recursos liberados.

A Conjuntura mostraria

  • Os recursos de recuperação por UF e por evento.
  • As obras concluídas no ano.
  • O tempo entre o desastre e a entrega.

“O que voltou, e voltou melhor?”

Gestão da informação

Área responsável: Departamento de Avaliação e Gestão de Informação (DAGI)

Já existe

  • O S2iD, com mais de 26.620 usuários em 5.345 municípios (setembro de 2026).
  • O Atlas Digital de Desastres no Brasil (1991–2025), mantido pela SEDEC com o CEPED/UFSC.
  • Os relatórios gerenciais e a série histórica de reconhecimentos, de consulta pública.
  • No PN-PDC, as metas do S2iD 4.0 e do Sistema Nacional de Informações e Monitoramento de Desastres.

A Conjuntura mostraria

  • O manifesto de dados de cada edição.
  • Toda tabela publicada em formato aberto.
  • A conciliação entre o dado oficial e outras bases.

“De onde vêm os números?”

Por que agora

As normas já pedem relatórios anuais. Falta reuni-los em uma só publicação

A Conjuntura não inventa um dever novo. Ela organiza, com um método e um calendário comuns, prestações de contas que a política já exige, e dá ao Conselho Nacional a base de informação que o Conselho Nacional de Recursos Hídricos tem na gestão das águas.

PN-PDC 2025–2035: relatório anual de implementação

A portaria que aprovou o Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil manda a SEDEC “apresentar relatório anual sobre a implementação e avaliação” do plano. A lei prevê avaliação e prestação de contas anuais em audiência pública.

Portaria MIDR nº 3.318/2025, art. 3º, III · Lei nº 12.608/2012, art. 6º, §2º (Lei nº 14.750/2023) · Decreto nº 12.652/2025

Cadastro Nacional: publicação anual

O decreto do Cadastro prevê que a SEDEC publique todo ano a evolução das ocupações em áreas suscetíveis.

Decreto nº 10.692/2021, art. 7º · Lei nº 12.340/2010, art. 3º-A, §4º

CONPDEC: conselho a operacionalizar

O Decreto nº 11.774/2023 recompôs o Conselho Nacional de Proteção e Defesa Civil com 26 membros e lhe deu a tarefa de monitorar o Plano Nacional. O TCU determinou que o conselho seja posto em funcionamento.

Lei nº 12.608/2012, arts. 11–12 · Decreto nº 11.774/2023 · TCU, Acórdãos 2.744/2025 e 1.781/2026

ICM: ciclos anuais

O Indicador de Capacidade Municipal é coletado a cada ano. O ciclo de 2026 recebe respostas até 31/10/2026. Em 2024, 58,4% dos municípios ficaram nas faixas C e D.

MIDR, página do ICM (27/08/2026) · aviso no S2iD (21/10/2026)

O modelo já funciona nas águas

Pela Resolução CNRH nº 180/2016, a ANA publica um Informe anual e um Relatório Pleno a cada quatro anos, e o Conselho Nacional de Recursos Hídricos se manifesta em até 180 dias.

Resoluções CNRH nº 58/2006 e nº 180/2016 · SNIRH

Do município ao Conselho

O caminho da informação, do registro local à decisão nacional

Municípios e estados informam, os sistemas guardam, a SEDEC publica e o Sistema Nacional usa. Compare com a gestão das águas, onde o mesmo caminho funciona desde 2009.

1 · Quem informa2 · Onde o dado vive3 · Quem publica4 · Quem usa5.570 municípiosregistram desastres e capacidadesÓrgãos gestores estaduaisoutorgas, cadastros, qualidade27 UFsórgãos estaduais e distritalComitês de baciaplanos e decisões locaisÓrgãos federaisCENAD, Cemaden e setoriaisMais de 50 instituiçõesparceiras da edição 2025S2iDregistro, reconhecimento, recursosSNIRHLei nº 9.433/1997, gerido pela ANAAtlas Digitalsérie 1991–2025Rede hidrometeorológicachuva, vazão e níveisICM, Cadastro e alertascapacidade, risco, IDAPBases dos estadosintegradas ao SNIRHSEDEC · ConjunturaNacional de Desastres (proposta)ANA · Conjunturados Recursos Hídricos, desde 2009Informe anual+ 27 Cadernos FederativosInforme anual+ Relatório Pleno a cada 4 anosPainel e dados abertosmanifesto de dadosEdição digitala partir de 2025CONPDECmonitora o Plano NacionalCNRHmanifesta-se em até 180 diasSINPDECUnião, estados, municípiosSINGREHsistema de gerenciamentoSociedade e Sendaitransparência e reporteSociedadetransparência do dado hídrico
  1. 1 · Quem informaNa proteção e defesa civil, os 5.570 municípios, as 27 unidades da federação e os órgãos federais. Nas águas, os órgãos gestores estaduais, os comitês de bacia e mais de 50 instituições parceiras.
  2. 2 · Onde o dado viveDe um lado, o S2iD, o Atlas Digital, o ICM, o Cadastro Nacional e as bases de alertas. Do outro, o Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos (SNIRH, Lei nº 9.433/1997).
  3. 3 · Quem publicaA SEDEC publicaria a Conjuntura Nacional de Desastres (proposta). A ANA publica a Conjuntura dos Recursos Hídricos desde 2009.
  4. 4 · Quem usaAqui, o CONPDEC, o SINPDEC, a sociedade e o reporte ao Marco de Sendai. Nas águas, o CNRH, que se manifesta em até 180 dias, o SINGREH e a sociedade.

Cadernos Federativos

Cada unidade da federação se vê na Conjuntura

A proposta inclui 27 Cadernos Federativos, com uma ficha padronizada por unidade da federação. Ao se ver na publicação, cada UF passa a esperar por ela, e essa demanda ajuda a manter a série. Selecione uma UF no mapa para abrir uma ficha de demonstração, feita com dados reais do S2iD/Atlas.

Acre · 14,0 registros por municípioAlagoas · 14,0 registros por municípioAmazonas · 20,0 registros por municípioAmapá · 10,8 registros por municípioBahia · 15,4 registros por municípioCeará · 17,4 registros por municípioDistrito Federal · 17,0 registros por municípioEspírito Santo · 28,3 registros por municípioGoiás · 2,3 registros por municípioMaranhão · 4,6 registros por municípioMinas Gerais · 11,4 registros por municípioMato Grosso do Sul · 27,6 registros por municípioMato Grosso · 15,0 registros por municípioPará · 15,3 registros por municípioParaíba · 18,6 registros por municípioPernambuco · 19,9 registros por municípioPiauí · 16,1 registros por municípioParaná · 7,7 registros por municípioRio de Janeiro · 19,2 registros por municípioRio Grande do Norte · 19,3 registros por municípioRondônia · 6,0 registros por municípioRoraima · 11,0 registros por municípioRio Grande do Sul · 20,3 registros por municípioSanta Catarina · 30,9 registros por municípioSergipe · 10,5 registros por municípioSão Paulo · 4,3 registros por municípioTocantins · 4,9 registros por município
  • menos de 5
  • 5 a 9
  • 10 a 14
  • 15 a 19
  • 20 ou mais

Cor: registros por município, de 1991 a 2025. A escala de dados é própria do projeto e não muda com o tema.

Caderno Federativo · demonstração

Ative o JavaScript para abrir as fichas. A tabela abaixo traz os mesmos números.

Tabela: registros por UF, de 1991 a 2025, e em 2025
Registros municipais de desastres por unidade da federação
UFRegistros 1991–2025ReconhecidosMunicípios com registroRegistros em 2025Tipologia mais registrada
Rio Grande do Sul (RS)10.0916.219497 / 497726Estiagem e Seca
Minas Gerais (MG)9.6864.756802 / 853520Estiagem e Seca
Santa Catarina (SC)9.1083.171295 / 295738Enxurradas
Bahia (BA)6.4213.202410 / 417282Estiagem e Seca
Paraíba (PB)4.1502.209222 / 223144Estiagem e Seca
Pernambuco (PE)3.6782.235185 / 185193Estiagem e Seca
Piauí (PI)3.6031.972224 / 224166Estiagem e Seca
Rio Grande do Norte (RN)3.2271.891167 / 167164Estiagem e Seca
Ceará (CE)3.2052.063184 / 184127Estiagem e Seca
Paraná (PR)3.0701.516385 / 399134Estiagem e Seca
São Paulo (SP)2.788577517 / 645104Enxurradas
Pará (PA)2.208714138 / 144259Chuvas Intensas
Espírito Santo (ES)2.20746178 / 7879Enxurradas
Mato Grosso do Sul (MS)2.18443179 / 79103Chuvas Intensas
Mato Grosso (MT)2.131689141 / 14263Incêndio Florestal
Rio de Janeiro (RJ)1.76542092 / 9275Chuvas Intensas
Alagoas (AL)1.423598102 / 10242Estiagem e Seca
Amazonas (AM)1.23973062 / 6278Inundações
Maranhão (MA)995550200 / 21788Estiagem e Seca
Sergipe (SE)79135675 / 7523Estiagem e Seca
Tocantins (TO)675117139 / 1398Estiagem e Seca
Goiás (GO)572196156 / 24644Incêndio Florestal
Rondônia (RO)3137752 / 5220Estiagem e Seca
Acre (AC)30723122 / 2246Inundações
Amapá (AP)17211316 / 1631Estiagem e Seca
Roraima (RR)16511215 / 154Estiagem e Seca
Distrito Federal (DF)1721 / 11Erosão

Tudo o que a Conjuntura reúne

Gestão de risco, clima, estudos, capacitação: tudo em uma só leitura anual

Além do registro de desastres, a Conjuntura reuniria as frentes que hoje são relatadas em lugares diferentes, ou que ainda não são relatadas.

Gestão de risco estratégica

Uma leitura anual de onde está o risco e de quem tem capacidade de agir. Ela cruzaria o Cadastro Nacional de municípios suscetíveis, a capacidade declarada no ICM, a priorização municipal feita pelo DPM e os registros do S2iD.

Com essa base, prevenção e mitigação passam a ter um placar público: onde se investiu, onde a capacidade cresceu e onde o desastre se repete.

Decreto nº 12.504/2025, art. 18-C · ICM · Cadastro Nacional

Mudança do clima e adaptação

O avanço do Plano Setorial de Redução e Gestão de Riscos e Desastres, do Plano Clima Adaptação, cujo monitoramento compete ao DPM. Também a severidade física dos eventos do ano e as curvas de chuva de projeto com cenários climáticos.

Decreto nº 12.504/2025, art. 18-C, VII

Alertas

Defesa Civil Alerta, IDAP e a rede monitorada pelo Cemaden: o que foi alertado, onde e com que antecedência.

MIDR · Cemaden

Estudos e pesquisa

Os estudos do portfólio técnico do DPM: severidade física, El Niño e La Niña, mudança de regime nas séries de vazão. E a parceria com o CEPED/UFSC, que desenvolve o S2iD e o Atlas.

Edição-piloto nº 0 (ago. 2026)

Capacitação

As capacitações do ciclo e o alcance do Plano de Capacitação Continuada 2024–2028 da SEDEC.

Portaria SEDEC/MIDR nº 2.347/2024

Recursos federais

As transferências para resposta e recuperação, de uma fase a outra, com a prestação de contas registrada no S2iD.

Lei nº 12.340/2010

Instrumentos da política

O PN-PDC 2025–2035, meta a meta: 6 princípios, 9 diretrizes, 20 objetivos estratégicos e 163 metas de curto, médio e longo prazo. E ainda o Plano Setorial e os atos normativos do ano.

Decreto nº 12.652/2025 · MIDR, lançamento na COP30 (11/11/2025)

Federação

Os 27 Cadernos Federativos e o retrato das capacidades de estados e municípios.

S2iD · ICM

O Brasil no mundo

Os indicadores do Marco de Sendai, calculados com a base nacional. O primeiro Relatório Pleno seria lançado em 2030, quando o Marco se encerra.

UNDRR, Marco de Sendai 2015–2030

Capítulos e áreas da SEDEC

O sumário acompanha a Secretaria: cada capítulo tem uma área responsável

Os responsáveis são definidos por função, não por pessoa, para que a série sobreviva às trocas de gestão. A designação final caberia a um Conselho Editorial, ainda a instituir. Filtre por área.

Mostrando todos os 12 capítulos e peças.

Destaques: o ano em 10 números

O que não se pode esquecer deste ano?

Fonte: todos os capítulos

Editoria-executiva

1 · O ano em desastres

O que ocorreu, onde e com que danos?

Fonte: S2iD, Atlas Digital, COBRADE

Editoria + DAGI

2 · Anatomia dos grandes eventos

Como o sistema funcionou nos maiores testes, do alerta à reconstrução?

Fonte: dossiês por evento, com todas as áreas

Editoria, transversal

3 · Conhecer e prevenir

O risco diminuiu onde importa?

Fonte: Cadastro Nacional, ICM, priorização municipal, severidade física, obras de prevenção

DPM

4 · Preparar e alertar

O país estava pronto?

Fonte: alertas, PLANCON, simulados, capacitações

CENAD + DPS

5 · Socorrer e assistir

A resposta chegou a quem precisou?

Fonte: reconhecimentos federais, recursos de resposta, assistência humanitária

DPS + DAH

6 · Restabelecer e reconstruir

O que voltou, e voltou melhor?

Fonte: planos de trabalho, recursos de recuperação, obras

DRR

7 · A federação em movimento

Estados e municípios estão mais capazes?

Fonte: ICM, usuários do S2iD, pesquisas do IBGE

Editoria + DAGI, com as UFs

8 · Os instrumentos da política

A PNPDEC avançou?

Fonte: PN-PDC, Plano Setorial de RGRD, atos do ano

Editoria + todas as áreas

9 · O Brasil no mundo

O que o país reporta ao Marco de Sendai?

Fonte: Sendai Framework Monitor, ODS

Editoria + agenda internacional

Cadernos Federativos

Como foi o ano na minha UF?

Fonte: S2iD por UF, ICM

Editoria, com as defesas civis estaduais

Anexos e dados abertos

De onde vêm os números?

Fonte: manifesto de dados, metodologia, conciliação de fontes

DAGI + Editoria

DPM
Departamento de Prevenção e Mitigação
DPS
Departamento de Preparação e Socorro
DAH
Departamento de Assistência Humanitária
DRR
Departamento de Restabelecimento e Recuperação
DAGI
Departamento de Avaliação e Gestão de Informação
CENAD
Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres

DAH e DRR são abreviações editoriais deste projeto. A estrutura segue o Decreto nº 12.504/2025, com a redação do Decreto nº 12.798/2025.

Um ano para virar política

De outubro de 2026 a 13 de outubro de 2027: a primeira edição pública

A proposta é estrear em um ano. O lançamento cairia no Dia Internacional para a Redução do Risco de Desastres, fixado pela ONU em 13 de outubro. Todas as datas abaixo são propostas, ainda não ratificadas.

  1. Outubro de 2026

    Decisão

    Apreciação da proposta pelo Secretário Nacional. A edição-piloto nº 0 já demonstrou o formato.

    Em apreciação
  2. Novembro de 2026

    Instituição

    Uma portaria institui a CND, o Conselho Editorial e o calendário-mestre; os responsáveis por capítulo são designados por função.

    Previsto
  3. Dezembro de 2026

    Pauta

    Oficina com as áreas e as UFs para definir indicadores por capítulo, o manifesto de dados e o modelo dos Cadernos.

    Previsto
  4. Janeiro a março de 2027

    Dados do ano-base 2026

    Consolidação no S2iD e integração do ICM, do Cadastro e dos alertas. Os dados fecham em 31/03/2027.

    Previsto
  5. 1º semestre de 2027

    Edição Experimental

    Ensaio interno com o ano-base 2025, para calibrar o esforço das equipes antes da estreia.

    Previsto
  6. Abril a junho de 2027

    Redação

    Cada área escreve o seu capítulo, e os Cadernos Federativos são produzidos com as defesas civis estaduais.

    Previsto
  7. Julho e agosto de 2027

    Leitura crítica e arte

    Conciliação de fontes, leitura crítica, infografia, painel e dados abertos.

    Previsto
  8. Setembro de 2027

    Aprovação

    O Conselho Editorial aprova a edição, e começa a produção gráfica e digital.

    Previsto
  9. 13 de outubro de 2027

    Lançamento da CND 2026

    A primeira edição pública, com o ano de 2026 inteiro, no Dia Internacional para a Redução do Risco de Desastres.

    Previsto
  10. A partir de 2028

    Série anual

    A edição seria apresentada ao CONPDEC e ao SINPDEC. Em 2030, o primeiro Relatório Pleno faria o balanço do ciclo de Sendai.

    Previsto

Governança

Uma publicação da SEDEC inteira, aberta a todos os atores do Sistema Nacional

DPMDPSDAHDRRDAGICENADPlaneja-mento27 UFsMunicí-piosÓrgãossetoriaisSocie-dade civilCONPDECLeitorescríticosCEPED/UFSCSendaiCNDConselho Editorial

A Conjuntura foi desenhada para melhorar a governança do setor com um calendário comum, responsáveis por função e uma base de informação compartilhada por todos os que tomam decisões.

  • Centro: a Conjuntura. Conselho Editorial presidido pelo Secretário Nacional; editoria-executiva no DPM, em par com o DAGI (proposta).
  • Anel 1: as áreas da SEDEC. DPM, DPS, Assistência Humanitária, Restabelecimento e Recuperação, DAGI, CENAD e Planejamento. Cada uma responde pelo seu capítulo.
  • Anel 2: o SINPDEC. Os órgãos estaduais e distrital, os órgãos municipais e os órgãos setoriais federais, que informam e recebem os Cadernos.
  • Anel 3: quem lê e qualifica. O CONPDEC, como usuário principal da publicação. O CEPED/UFSC, que desenvolve o S2iD e o Atlas. Leitores críticos convidados, propostos sem parceria formalizada: ANA, Cemaden e IBGE. E o reporte ao Marco de Sendai.

Telas reais

O dado já está em telas públicas e num protótipo de painel

Todas as imagens são capturas reais. Ainda não existe painel público da CND: ele é um produto previsto, e o Dashboard do Atlas, desenvolvido pelo DPM, é o protótipo mais próximo. Selecione uma imagem para ampliar.

S2iD: reconhecimentos vigentes. A página pública do sistema mostrava 1.424 reconhecimentos federais vigentes, agrupados no mapa. Captura de 21/10/2026, depois de fechado o aviso inicial sobre o ICM. Sistema em operaçãoAmpliar imagem
S2iD: relatórios gerenciais. Danos informados, reconhecimentos, ações de resposta e de reconstrução, com exportação. Esses dados de consulta pública seriam insumos diretos da Conjuntura. Captura de 21/10/2026. Sistema em operaçãoAmpliar imagem
Atlas Digital: os totais da série. Os 76.191 registros e os 5.535 óbitos coincidem com a base usada nesta página. Os prejuízos seguem outro recorte, e por isso esta página não usa esse total (ver Método). Recorte de captura de 21/10/2026; o mapa ainda carregava. Sistema em operaçãoAmpliar imagem
Atlas Digital de Desastres no Brasil. Os registros de 1991 a 2025, mantidos pela SEDEC com o CEPED/UFSC. É a série histórica que daria comparabilidade à Conjuntura. Captura de 21/10/2026. Sistema em operaçãoAmpliar imagem
Protótipo do painel: visão geral. O Dashboard do Atlas, desenvolvido pelo DPM, lê a mesma série com filtros, mapas e relatórios. É o ponto de partida do painel digital previsto para a Conjuntura. Versão 0.3.0, captura de 30/09/2026. Protótipo · uso internoAmpliar imagem
Protótipo do painel: mapa municipal. Os 5.570 municípios em classes de registros. Captura de 30/09/2026. Protótipo · uso internoAmpliar imagem
Protótipo do painel: evolução temporal. Os registros por grupo de desastre, ano a ano. Captura de 30/09/2026. Protótipo · uso internoAmpliar imagem
Protótipo do painel: relatório imprimível. Um relatório gerado para qualquer recorte de UF, tipo e período, que antecipa o formato dos Cadernos Federativos. Recorte do topo da página; captura de 30/09/2026. Protótipo · uso internoAmpliar imagem
Proposta interativa da CND. A arquitetura editorial, com os capítulos ligados às áreas da SEDEC. Versão de 24/08/2026, captura de 02/10/2026. Interface em desenvolvimentoAmpliar imagem
Edição-piloto nº 0. O formato demonstrado em agosto de 2026, com os cuidados de leitura da série. Versão de 24/08/2026, captura de 02/10/2026. Dados demonstrativos · material internoAmpliar imagem

Método, dados e limitações

Todo número com fonte, método e limitação

As cinco regras editoriais propostas

Fonte, método e limitação

Todo número publicado traz os três declarados.

Zero não é “sem desastre”

Município sem registro é município que não registrou. A subnotificação é dita, não escondida.

Base temporal do dinheiro

Todo valor monetário traz a sua base temporal declarada.

O que existe e o que se planeja

O que existe nunca se mistura com o que apenas se planeja.

O que não se sabe

O que não é conhecido, ou não foi validado, é registrado como tal.

Os dados desta página

  • São os registros municipais do S2iD consolidados no Atlas Digital de Desastres no Brasil, de 1991 a 2025. A planilha oficial foi processada pelo Dashboard do Atlas do DPM (base 9c3f4404acfc, de 16/07/2026), com 16 verificações de consistência aprovadas.
  • A malha municipal é a do IBGE de 2022. Cada coluna do mapa fica num ponto interno do município.
  • Cada linha é um registro municipal: um desastre regional gera um registro em cada município atingido.
  • Os totais de registros (76.191), de óbitos (5.535), de desabrigados e desalojados (11,18 milhões) e de danos materiais (R$ 155,26 bilhões) coincidem com o painel público do Atlas Digital, consultado em 21/10/2026.

Limitações e cuidados de leitura

  • O registro administrativo mede o dano reconhecido, não necessariamente o fenômeno físico.
  • Mais registros podem refletir mais adesão ao registro digital, e não só mais desastres.
  • Somas de pessoas entre registros contam pessoas-registro, não pessoas únicas.
  • Nos dados de origem, ausência de informação pode aparecer como zero.
  • Associação estatística não é causalidade, e cenário não é previsão.
Por que a conciliação de fontes é necessária: dois exemplos reais. (1) Para 2025, a série do Atlas traz 2.253 registros com reconhecimento federal, contados pela data do evento. O balanço anual do MIDR (26/12/2025) fala em 3.001 processos de reconhecimento em 12 meses. Os dois números são oficiais e medem coisas diferentes. (2) O painel público do Atlas mostra R$ 89,4 bilhões em prejuízos a partir de 1995. A soma dos componentes de prejuízo na planilha de 1991 a 2025 dá outro total. Por isso esta página não usa total de prejuízos. A Conjuntura teria um anexo anual para explicar esses recortes.
Série anual: registros por ano e por grupo, 1991–2025
Registros municipais de desastres por ano
AnoRegistrosReconhecidosMunicípiosClimatológicosHidrológicosMeteorológicosOutros
1991403037829875282
19925900544219337340
19931.32401.3001.104190300
1994231022249149321
19958180766478268666
19964900469276165445
1997748070576615534
19981.17801.0958391741632
1999741073558794564
20005950549214316596
20011.82401.6791.2664391118
20021.81621.5871.24640015812
20031.6066431.46586448524017
20042.4241.2161.9359101.33716413
20052.3141.2092.0951.58056216111
20061.5806131.36689851813925
20071.8319131.64294765020034
20081.9217151.61674891224219
20093.0051.8982.2468401.67745335
20102.0861.1621.7146241.17124744
20111.7409311.2982801.22121425
20122.3251.6842.1221.61951017224
20132.9111.9782.4531.65199219573
20142.5051.6332.1791.39890616140
20152.1131.1501.7071.07772327439
20162.3521.3741.9631.516566158112
20173.0891.9022.2671.4641.133334158
20182.5601.3691.8071.198960241161
20192.5381.3571.7851.293852208185
20203.8802.1742.4822.1551.065527133
20213.5561.7862.2181.6891.334341192
20225.0212.5512.7761.6782.778397168
20235.1152.8202.8031.9962.361561197
20244.6992.2752.6762.4031.739319238
20254.2622.2532.5511.7801.679548255
Registros por tipologia, 1991–2025 e 2025
Registros por tipologia de desastre
TipologiaGrupo1991–20252025
Estiagem e SecaClimatológico33.4931.509
EnxurradasHidrológico9.854149
Chuvas IntensasHidrológico9.1541.171
InundaçõesHidrológico6.430144
Vendavais e CiclonesMeteorológico4.885384
Incêndio FlorestalClimatológico3.419247
GranizoMeteorológico2.284145
AlagamentosHidrológico2.144129
Movimento de MassaHidrológico1.77186
OutrosOutros1.038186
ErosãoOutros78658
Doenças infecciosasOutros2750
Onda de FrioClimatológico23521
TornadoMeteorológico12415
Onda de Calor e Baixa UmidadeClimatológico11312
Onda de Calor e Baixa UmidadeOutros10812
Rompimento/Colapso de barragensOutros416
Onda de FrioMeteorológico3721

Estágio e próximos passos

O piloto está pronto. A instituição depende de decisão

Os materiais do projeto sustentam, no máximo, o estágio de planejamento: nenhuma capacidade da CND está em teste público. As datas são propostas.

Concluído

Agosto de 2026

  • A edição-piloto nº 0, com o formato, o método e o processo de produção demonstrados com números verificados.
  • O projeto editorial e o plano de implantação.
  • A proposta interativa e o resumo de uma página.
Em apreciação

Três atos propostos

  • Instituir a CND e o Conselho Editorial por portaria.
  • Designar por função os responsáveis por capítulo, um por departamento e pelo CENAD.
  • Aprovar o calendário-mestre: dados fecham em 31/03, lançamento em 13/10.
Previsto

Depois da decisão

  • A Edição Experimental e a CND 2026, a primeira edição pública.
  • O painel digital e os dados abertos, partindo do protótipo do Dashboard do Atlas.
  • A série anual e o Relatório Pleno de 2030.

Materiais e referências

Documentos do projeto e fontes consultadas

Documentos do projeto

São de circulação interna e ainda não foram publicados; por isso não têm link.

  • Conjuntura Nacional de Desastres: projeto editorial e plano de implantaçãoDPM/SEDEC/MIDR, agosto de 2026 · proposta ao Secretário Nacional · em apreciação
  • Conjuntura Nacional de Desastres, edição nº 0DPM/SEDEC/MIDR, agosto de 2026 · edição-piloto · material interno de demonstração
  • A proposta em uma página e a proposta interativa (HTML)DPM/SEDEC/MIDR, agosto de 2026 · acesso restrito
  • Dashboard do Atlas de Desastres (protótipo do painel)DPM/SEDEC/MIDR, versão 0.3.0 · uso interno, sem endereço público
Perguntas frequentes

A CND já foi instituída? Não. A proposta está em apreciação. O primeiro passo seria uma portaria que institua a publicação e o seu Conselho Editorial.

A CND substitui o S2iD ou o Atlas Digital? Não. O S2iD e o Atlas continuam sendo a base. A Conjuntura é a leitura anual desses dados, com método, contexto e comparação.

Os números desta página são oficiais? São dados oficiais do Atlas Digital, organizados aqui para fins de demonstração. Nenhuma edição oficial da CND foi publicada.

Qual seria o papel do CONPDEC? Ser o principal usuário da publicação, como o CNRH é da Conjuntura das águas. O Decreto nº 11.774/2023 dá ao Conselho a competência de monitorar o Plano Nacional.

Por que 13 de outubro? É o Dia Internacional para a Redução do Risco de Desastres, fixado pela Assembleia Geral da ONU.

Há parceria com a ANA? Não há parceria formalizada. A inspiração é de formato e de ciclo editorial.

Glossário breve
S2iD
Sistema Integrado de Informações sobre Desastres: base federal em que municípios e estados registram desastres, pedem reconhecimento e recursos e prestam contas.
Reconhecimento federal
Ato da União que reconhece a situação de emergência ou o estado de calamidade pública decretados pelo ente atingido.
FIDE
Formulário de Informações do Desastre, com os danos e os prejuízos.
COBRADE
Classificação e Codificação Brasileira de Desastres, usada para tipificar cada registro.
ICM
Indicador de Capacidade Municipal: 20 variáveis declaradas pelos municípios sobre a sua capacidade de gestão de riscos, com classes de A a D.
Desastre
Perturbação grave do funcionamento de uma comunidade, causada por eventos perigosos que interagem com condições de exposição, vulnerabilidade e capacidade (UNDRR).
Ano-base
O ano a que se refere cada edição. A CND 2026 trataria de 2026 e sairia em 2027.
Subnotificação
Ocorrências que não chegam ao registro oficial. Por isso, ausência de registro não é ausência de desastre.

Referências consultadas

Consultadas em 21/10/2026. Os links abrem sites externos e dependem de internet.

  1. Brasil. Lei nº 12.608/2012 (PNPDEC), com as alterações da Lei nº 14.750/2023. planalto.gov.br
  2. Brasil. Decreto nº 11.774/2023: composição e competências do CONPDEC. planalto.gov.br
  3. Brasil. Decreto nº 12.652/2025: Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil. planalto.gov.br
  4. MIDR. Portaria nº 3.318/2025: aprova o PN-PDC 2025–2035. in.gov.br
  5. Brasil. Decreto nº 10.692/2021: Cadastro Nacional de Municípios com Áreas Suscetíveis. planalto.gov.br
  6. Brasil. Decreto nº 12.504/2025: estrutura regimental do MIDR e competências da SEDEC. planalto.gov.br
  7. MIDR. Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). gov.br/mdr · s2id.mi.gov.br
  8. MIDR. Indicador de Capacidade Municipal (ICM). gov.br/mdr
  9. MIDR. Cadastro Nacional de Municípios. gov.br/mdr
  10. SEDEC/MIDR e CEPED/UFSC. Atlas Digital de Desastres no Brasil, 1991–2025. atlasdigital.mdr.gov.br
  11. CNRH. Resolução nº 180/2016: conteúdo e periodicidade do Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos. gov.br/mdr
  12. ANA. Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil: edições desde 2009. snirh.gov.br · edição 2025: conjuntura2025.ana.gov.br
  13. TCU. Tribunal avalia a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (Acórdão 1.781/2026), notícia de 08/07/2026. portal.tcu.gov.br
  14. UNDRR. Marco de Sendai para a Redução do Risco de Desastres 2015–2030. undrr.org
  15. Assembleia Geral da ONU. Resolução A/RES/64/200 (2009): 13 de outubro como Dia Internacional para a Redução de Desastres. undocs.org

Translation notes译文说明

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