Plataforma ENSO × Chuvas × DesastresDepartamento de Prevenção e Mitigação · SEDEC · MIDR

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Plataforma ENSO × Chuvas × Desastres

Um portal analítico que organiza 35 anos de registros do Atlas Digital de Desastres sob as fases do El Niño–Oscilação Sul (ENSO), com a chuva de cada município ao lado, para apoiar a priorização de investigação técnica em prevenção e mitigação.

Estágio: protótipo funcional em validação interna Atualização editorial: 30/09/2026 Dados: Atlas 1991–2025 · versão 59904881d153

Acesso ao sistema: restrito. A plataforma funciona em instância local do DPM e ainda não tem endereço público; o acesso é fornecido pela equipe do Departamento enquanto a publicação não ocorre.

Página inicial da plataforma: título, aviso metodológico, barra de exposição das três fases ENSO (El Niño 111 meses, La Niña 120, Neutro 189) e quatro cartões com 76.191 registros, 5.570 municípios, 420 meses classificados e 16 tipologias.

Captura real da página inicial do portal, instância local, 30/09/2026 ·

Registros de desastres

76.191
Atlas Digital de Desastres / S2iD, 1991–2025

Municípios cobertos

5.570
5.256 com pelo menos um registro

Meses classificados (ONI)

420
El Niño 111 · La Niña 120 · Neutro 189

Tipologias de desastre

16
agrupamentos da classificação COBRADE

Valores da camada de dados da plataforma, versão 59904881d153, conferidos em 30/09/2026.

O problema: "ano de El Niño" virou sinônimo de ano ruim, mas os registros não dizem exatamente isso

O planejamento de temporada na Defesa Civil costuma partir da fase do ENSO. A plataforma foi criada para responder, com os registros brasileiros, o que essa fase realmente muda.

O El Niño–Oscilação Sul (ENSO) é a oscilação da temperatura do Pacífico equatorial que alterna fases de El Niño, La Niña e neutralidade. A literatura descreve efeitos bem conhecidos no Brasil: mais chuva no Sul e menos no Norte e Nordeste sob El Niño, com tendência inversa sob La Niña. O que faltava ao Departamento de Prevenção e Mitigação (DPM) era uma leitura sistemática, município a município, de como essas fases se relacionam com os desastres efetivamente registrados.

Contar registros por fase não basta. As fases não duram o mesmo tempo: dos 420 meses entre 1991 e 2025, 189 foram neutros. Sem corrigir essa exposição, a fase mais longa sempre parece a mais perigosa. E cada fase não se distribui por igual ao longo do ano, então um excesso de registros em janeiro pode ser o calendário, e não o clima, falando.

A plataforma faz essas duas correções e mostra o resultado: no total nacional, a contagem de eventos quase não muda entre as fases. O que muda é a geografia, a família de ameaça e, sobretudo, a gravidade. Em meses de La Niña, os óbitos registrados ficam 46% acima do esperado. É uma associação histórica, não uma previsão, mas ela reorienta a pergunta do planejamento: de "quantos desastres virão" para "quão graves eles tendem a ser e onde".

Leitura obrigatória. Os resultados expressam associação histórica exploratória entre fases ENSO e registros de desastres. Não representam previsão nem relação causal. A triagem prioriza investigação técnica; não é um ranking definitivo de risco.

O denominador: meses por fase, 1991–2025

  • El Niño 111 meses
  • La Niña 120 meses
  • Neutro 189 meses

Classificação mensal pelo índice ONI (NOAA/CPC), limiar ±0,5 °C. As cores das fases seguem a convenção do Atlas de Desastres do DPM e não mudam com o tema da página.

Razão observado/esperado (O/E) sazonal, Brasil, 1991–2025
FaseEventosÓbitosDanos materiais
El Niño1,030,790,97
La Niña1,021,461,32
Neutro0,970,780,78

1,00 = igual ao esperado pela duração e pela sazonalidade de cada fase. Atlas/S2iD, 76.191 registros e 5.535 óbitos na janela. Leitura descritiva, sem mecanismo implicado.

O que o projeto oferece

Um portal com 18 telas, uma interface de programação com 28 consultas e uma cadeia de processamento auditada. Cada produto abaixo indica seu estado atual.

Disponível na instância local

Panorama nacional e recorte territorial

Totais, taxa por 100 meses de fase, razão O/E e sazonalidade de 1991 a 2025, para o Brasil, uma região ou um conjunto de estados. Filtros por período, tipologia e critério temporal; toda visão é um endereço compartilhável.

Todo gráfico tem uma tabela equivalente, para leitura em leitor de tela e cópia de valores exatos.
Disponível na instância local

Mapa municipal de associação

Coropletas por O/E sazonal e por duração, taxa, eventos, óbitos, óbitos por 100 mil habitantes, danos, contexto socioeconômico (IPS 2026) e anomalia de chuva por fase. Legenda com contagem por classe e distinção explícita de "sem registro".

Disponível

Painel do município

Registros por fase e tipologia, série anual, população e contexto socioeconômico, com a chuva do mês de cada registro na mancha urbana do município.

Disponível

Triagem exploratória

Combinações município × tipologia × fase que passam nos limiares de recorrência e impacto: 362 elegíveis, 78 no núcleo robusto e 15 de classe alta. Pesos ajustáveis reordenam a lista ao vivo.

Prioriza investigação técnica. Não é ranking de risco.
Disponível

Fichas e relatórios em A4

Fichas técnicas por combinação, relatórios por município, estado e tipologia, impressos pelo navegador em PDF, com a versão dos dados carimbada e o aviso metodológico em todas as páginas.

Em desenvolvimento: sem tela no portal

Camada de inferência estatística

Intervalos de confiança para cada razão O/E, controle de falsas descobertas, reamostragem por anos, curvas de antecedência por defasagem do ONI e teste de mediação pela chuva. Já existe na camada de dados e na interface de programação; a exibição no portal é o próximo passo.

Versão preliminar para discussão interna

Publicações e notas técnicas

Duas notas técnicas de subsídio a requerimentos parlamentares (2026) e uma família de quatro volumes na Coleção Técnica da SEDEC: relatório consolidado, relatório executivo, guia da plataforma e caderno de tecnologias. Todos os números são reconferidos por script contra a camada de dados.

Conheça o sistema

Capturas reais do portal em funcionamento, feitas em 30/09/2026 na instância local do DPM, no tema institucional SEDEC. Interface em desenvolvimento; os dados são os da versão 59904881d153. Clique em uma tela para ampliar.

Panorama nacionalO retrato agregado do país ou de um recorte territorial. O par de gráficos ensina o método: à esquerda a contagem bruta, à direita a taxa por 100 meses de fase, que é a única comparável entre fases porque corrige a duração desigual de cada uma.Captura real · 30/09/2026 · instância local · interface em desenvolvimento
Mapa de associação por municípioCoropleta da razão O/E sazonal sob La Niña. A legenda informa quantos municípios há em cada faixa e separa "sem registro" de valor baixo; o botão "Ver como tabela" oferece a leitura acessível do mesmo dado.Captura real · 30/09/2026 · mapa-base © CARTO, © OpenStreetMap contributors
Painel do municípioExemplo de Itapoá (SC), primeira combinação da classe alta da triagem: vendavais e ciclones com O/E sazonal de 2,38 sob La Niña, contra 0,81 sob El Niño e 0,38 em meses neutros. Serve de caso porque mostra o mecanismo sem depender de tragédia: não há óbito registrado.Captura real · 30/09/2026 · instância local
Chuva do municípioAnomalias mensais de chuva na mancha urbana, a partir da grade Xavier/BR-DWGD ou de estações da ANA, com a fase ENSO de cada mês ao fundo e a distribuição condicional por fase. Contexto pluviométrico dos registros, não gatilho do evento.Captura real · 30/09/2026 · grade de chuva até 2024
Triagem exploratóriaO funil de combinações e a tabela com pesos ajustáveis. A classificação lê recorrência, não severidade: os maiores impactos absolutos da série ficam fora da classe alta, e a tela avisa isso por escrito.Captura real · 30/09/2026 · instância local
Critérios temporaisSete formas de ligar um registro a uma fase (mês corrente, defasagens de 1 a 3 meses, episódio persistente, ONI médio de 3 e 6 meses), comparadas lado a lado. Um sinal que só aparece em um critério merece cautela.Captura real · 30/09/2026 · instância local
Ficha técnica em A4Cada combinação da triagem vira um documento imprimível com a versão dos dados no cabeçalho e no rodapé, o sinal por fase, a sazonalidade e cada registro com a chuva do mês. Impressão em PDF direto do navegador.Captura real · 30/09/2026 · página inteira, tema claro fixo do módulo de impressão

As capturas preservam cores, legendas e valores da interface. Elas mostram uma versão em desenvolvimento executada localmente; quando a plataforma for publicada, as telas serão refeitas na instância definitiva. Nenhuma imagem desta página foi gerada ou reconstruída artificialmente.

Como funciona

Da fonte ao portal, o caminho é curto e verificável: as fontes entram uma vez, passam por uma cadeia de processamento com portões de validação, e o portal serve o resultado lacrado em uma versão. Nada é recalculado a cada clique.

Classificar cada mês

O índice ONI (média móvel de três meses da anomalia de temperatura do Pacífico central) define a fase de cada mês entre 1991 e 2025: El Niño a partir de +0,5 °C, La Niña até −0,5 °C, Neutro no intervalo. Seis critérios alternativos ficam disponíveis para comparação.

Associar registro e chuva

Cada registro do Atlas recebe a fase do seu mês. A chuva do município é a média dos pontos da grade dentro da mancha urbana principal (MapBiomas 2024), ou do ponto mais próximo dela, comparada à climatologia 1991–2020.

Calcular o esperado

Para cada município, tipologia e fase, o esperado é calculado mês-calendário por mês-calendário, conforme a participação de cada fase naquele mês ao longo dos anos. A razão observado/esperado (O/E) sai desse cálculo.

Triar e documentar

Limiares de recorrência e impacto separam as combinações elegíveis, o núcleo robusto e a classe alta. Cada combinação vira ficha; cada número publicado é reconferido por script contra a camada de dados.

Aplicações na prevenção e na mitigação

A plataforma não decide nem prevê. Ela apoia decisões e atividades que hoje dependem de leitura manual de registros. Os usos abaixo distinguem o que já é feito com os produtos existentes do que ainda é potencial.

Uso apoiado pelos produtos atuais

Priorizar onde investigar

A triagem indica combinações município × tipologia × fase com recorrência acima do esperado e impacto registrado. É a lista de partida para estudos técnicos locais, visitas e revisão de planos de contingência, não uma ordem de investimento.

Uso apoiado pelos produtos atuais

Calibrar a postura de temporada

Como a fase informa mais sobre severidade do que sobre volume, a leitura muda a pergunta do planejamento: em vez de "quantas equipes", "que prontidão de socorro e assistência" e "em que regiões e famílias de ameaça". O sinal existe por região; o agregado nacional se cancela.

Uso apoiado pelos produtos atuais

Subsidiar respostas institucionais

Fichas e relatórios em A4 com a versão dos dados carimbada permitem responder a demandas de órgãos de controle, do Congresso e de estados com números reproduzíveis. Em 2026, a plataforma sustentou duas notas técnicas do DPM a requerimentos parlamentares.

Uso apoiado pelos produtos atuais

Ler o contexto de chuva de um registro

Para qualquer registro, o painel mostra a chuva do mês na mancha urbana e sua anomalia em relação ao normal. Ajuda a separar registros com contexto pluviométrico claro daqueles que pedem outra explicação, como estiagem prolongada ou fatores locais.

Uso potencial, ainda não avaliado

Janela de antecedência para preparação

A camada de inferência mediu que, em alguns recortes, a associação é maior com defasagem de meses em relação ao índice ONI (por exemplo, seca no Centro-Oeste). Transformar isso em rotina de preparação exige avaliação com a área de alerta e ainda não foi feito.

Uso potencial, ainda não avaliado

Acompanhamento da temporada corrente

A plataforma acompanha o índice ONI até julho de 2026, mas o Atlas termina em 2025 e a grade de chuva em 2024. Ela não mostra impactos da temporada em curso. Um fluxo de atualização assistida está previsto e depende da publicação da plataforma.

Método, dados e limitações

Fontes públicas, métodos declarados e cautelas de leitura escritas na própria interface.

Fontes de dados

FonteUso na plataformaPeríodo
Atlas Digital de Desastres / S2iD (SEDEC/MIDR)Registros municipais de desastres, óbitos e danos declarados1991–2025
ONI (NOAA/CPC)Fase e intensidade mensal do ENSO1950–2026
Xavier / BR-DWGDChuva diária em grade de 0,1°, agregada à mancha urbana1981–2024
ANA / HIDROChuva observada por estação (leitura pontual)variável
IBGEMalha municipal 2022 e população do Censo 20222022
MapBiomas (col. 10)Mancha urbana principal de cada município2024
IPS Brasil 2026Contexto socioeconômico (quartis e dimensões)2026

Atualização dos dados: a camada de dados é regenerada sob demanda pela equipe do DPM a partir das fontes; cada regeneração recebe um identificador de versão, carimbado em todas as telas e documentos. A versão apresentada nesta página é a 59904881d153, gerada em 14/09/2026.

Cautelas de leitura

Associação não é causa, e O/E não é probabilidade

A razão O/E compara o observado com o esperado sob a duração e a sazonalidade de cada fase. Um valor de 1,46 diz que os óbitos registrados ficaram 46% acima do esperado nos meses daquela fase, na média de 35 anos. Não diz que a fase causou os óbitos nem que o próximo episódio repetirá o padrão.

Registros, não desastres ocorridos

O Atlas contém o que foi decretado e documentado. A subnotificação varia no tempo e no território, e algumas tipologias praticamente não eram usadas antes de 2016. Por isso as comparações são sempre entre fases dentro do mesmo período, nunca entre décadas, e a plataforma recomputa o O/E em três subperíodos para testar a estabilidade do sinal.

Recorrência não é severidade

A triagem classifica por recorrência. Os maiores impactos absolutos da série (os desastres da região serrana do Rio de Janeiro em janeiro de 2011, por exemplo) são registros únicos ou raros e não entram na classe alta. A interface mostra a severidade em painel próprio para que eles não fiquem invisíveis.

O sinal vive no nível da região, não do município

A camada de inferência mediu que, dentro de uma mesma região, tipologia e fase, os municípios são estatisticamente intercambiáveis: ordenar municípios pelo O/E dentro de um grupo é ordenar ruído. Medida com o ano como unidade de replicação, a incerteza fica cerca de 4,7 vezes maior do que a ingênua, e apenas 24 dos 263 recortes regionais aparentemente conclusivos se sustentam. Esses achados ainda não estão expostos no portal.

Chuva do mês, não chuva do evento

A chuva mostrada é o acumulado mensal na mancha urbana, em grade interpolada. Um desastre pode ter sido desencadeado por uma chuva diária extrema em um mês de acumulado comum. O painel expõe a máxima diária e os dias acima de limiar justamente para isso. A grade termina em 2024; meses posteriores aparecem sem cobertura.

Valores monetários e denominadores

Os danos materiais são os declarados na fonte, sem correção inflacionária documentada. Os indicadores por habitante usam denominador fixo do Censo 2022 (ou a população 2025 do IPS, onde indicado). São leituras indicativas.

Estágio e próximos passos

O projeto é um protótipo funcional completo em instância local, em validação interna pelo DPM. Não há data de publicação definida. A lista abaixo reflete o que os materiais do projeto sustentam em 30/09/2026.

Concluído

  • Cadeia de processamento com 23 estágios, auditoria por estágio e portões que reproduzem os relatórios anteriores do DPM (362 elegíveis, 15 classe alta, 78 núcleo robusto).
  • Interface de programação com 28 consultas, lendo apenas a camada de dados local.
  • Portal com 18 telas: panorama, mapa, municípios, chuva, tipologias, triagem, critérios, relatórios e metodologia.
  • Fichas e relatórios em A4 por combinação, município, estado e tipologia.
  • Subperíodos de estabilidade, população do Censo 2022, IPS 2026 e chuva condicional à fase.
  • Identidade visual SEDEC com três temas e contraste medido por teste automático.
  • Camada de inferência estatística na camada de dados e na interface de programação.

Em validação

  • Família de quatro publicações na Coleção Técnica da SEDEC, marcadas como versão preliminar para discussão interna.
  • Duas notas técnicas de subsídio a requerimentos parlamentares, com verificação numérica por script.
  • Ingestão do índice ONI corrente direto da NOAA/CPC, que expôs diferenças em relação à base institucional a serem tratadas com o responsável pela base.
  • Uso interno do portal pela equipe do DPM em instância local.

Em desenvolvimento

  • Exibir a camada de inferência no portal: intervalos de confiança na triagem, ordenação pelo limite inferior e curva de antecedência.
  • Estabilizar o identificador de versão dos dados entre reexecuções com conteúdo idêntico.

Previsto

  • Publicação em servidor institucional, com endereço, HTTPS e perfis de acesso (leitura interna e pública).
  • Rotina de atualização assistida: novo Atlas ou novo ONI, reexecução, relatório de diferenças entre versões.
  • Correção monetária documentada dos danos como coluna paralela.
  • Integração com séries de vazão para leitura hidrológica.

Materiais e referências

Os documentos do projeto ainda não estão publicados; podem ser solicitados à equipe do DPM. As referências externas exigem conexão à internet.

Documentos do projeto (versões preliminares, com a equipe do DPM)

  • GuiaGuia da Plataforma ENSO × Chuvas × Desastres: do primeiro clique à leitura correta (25 páginas, capturas reais do portal).
  • RelatórioRelatório Técnico Consolidado: teoria, método, resultados e decisão (41 páginas).
  • SínteseRelatório Executivo: o essencial para quem decide (9 páginas).
  • CadernoCaderno de Tecnologias: as escolhas técnicas explicadas para quem não é da área (12 páginas).
  • NotaNota técnica sobre incerteza, unidade de replicação e antecedência (camada de inferência, setembro de 2026).
  • NotaNotas técnicas de subsídio a requerimentos parlamentares sobre o El Niño (bacia do Rio Negro; cenário nacional), 2026.

Referências técnicas utilizadas

Perguntas frequentes

A plataforma prevê o próximo El Niño ou os desastres da próxima temporada?

Não. Ela descreve a associação histórica entre fases já ocorridas e registros já feitos, de 1991 a 2025. A previsão da fase é da NOAA e de centros de clima; o monitoramento e o alerta de desastres no Brasil são atribuições de outros órgãos. A plataforma pode informar o planejamento; não substitui alerta.

Por que o total nacional quase não muda entre as fases?

Porque o país soma sinais de direção oposta: sob a mesma fase, uma região registra excesso de chuva e outra, seca. Ao somar, os sinais se cancelam. Por isso a leitura útil é por região, estado e família de ameaça, e o portal permite esse recorte em qualquer tela.

O que significa "exposição" na plataforma?

Na plataforma, "exposição" é o tempo de exposição a cada fase: quantos dos 420 meses foram de El Niño, La Niña ou neutros. É o denominador das taxas. Não é o mesmo conceito da terminologia de redução de risco de desastres, em que exposição designa pessoas e bens situados em áreas sujeitas a ameaças.

Como acessar o sistema?

A plataforma ainda não está publicada. Ela roda em instância local do Departamento de Prevenção e Mitigação, e o endereço é fornecido pela equipe. Não há cadastro nem senha na versão atual, e nenhum dado do usuário é coletado.

Um município no topo da triagem é o de maior risco?

Não. A triagem seleciona combinações com recorrência acima do esperado e impacto registrado, para orientar investigação técnica. Não incorpora vulnerabilidade, capacidade local nem probabilidade de ocorrência futura, e a ordem muda com os pesos escolhidos. Nenhuma ordem é definitiva.

De onde vêm os números desta página?

Da camada de dados da plataforma, versão 59904881d153. Em 30/09/2026, um verificador automático reconferiu 85 valores citados nos materiais do projeto contra a plataforma em funcionamento, sem divergência. Se a camada de dados for regenerada, os números desta página devem ser reconferidos.

Translation notes译文说明

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