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Informação para a prevenção de desastres

ICPM

Índice de Cadastro e
Priorização de Municípios

Reúne histórico de desastres, população em áreas de risco e capacidade municipal para apoiar a identificação de prioridades no território brasileiro.

Consulta pública · referência em uso: metodologia 2.1.0

Captura do portal ICPM com mapa tridimensional do Brasil: as cores representam o escore e a altura representa a população em escala logarítmica.
O território em perspectiva. Captura real do portal, com cores e legenda originais. Altura não representa risco.
5.570

municípios na baseUniverso do projeto

450

municípios no corteICPM ≥ 0,300 · versão 2.1.0

0–20

capacidade municipalEscala numérica do ICM

Retrato da referência consultada em 30/09/2026. O corte do índice apoia a análise; não determina inscrição automática no Cadastro Nacional.

O problema que orienta o projeto

Priorizar exige olhar além de um único dado.

Um histórico de ocorrências não descreve, sozinho, a situação de um município. A população em áreas de risco e as capacidades locais de planejamento e gestão também precisam entrar na análise.

O ICPM organiza essas informações em uma leitura municipal comparável. Seu objetivo é subsidiar a indicação de municípios ao Cadastro Nacional e apoiar equipes públicas na definição de onde aprofundar diagnósticos e ações de prevenção.

O Cadastro Nacional foi instituído pelo Decreto nº 10.692/2021. O índice é um instrumento de apoio técnico à decisão.

Ler o território

Consultar mapas e rankings por município, com filtros de região, estado, população e componentes do índice.

Disponível no portal

Entender cada resultado

Abrir fichas municipais para relacionar escore, posição no ranking, capacidade institucional e dados de origem.

Disponível no portal

Examinar hipóteses

Comparar pesos, recortes e componentes em laboratórios separados da referência adotada.

Análises experimentais

Conheça o sistema

Do mapa nacional
ao detalhe do município.

Telas reais da versão pública consultada em 30 de setembro de 2026. Amplie para ler os filtros, valores e legendas.

Como funciona

Dos dados à leitura
de prioridades.

Um índice composto, com regras documentadas e resultados que podem ser examinados por componente.

  1. 01 / ENTRADAS

    Reunir

    Registros e óbitos do Atlas Digital de Desastres, população em áreas de risco, capacidade municipal e componente climática.

  2. 02 / PREPARAÇÃO

    Tornar comparável

    Vincular dados por código municipal e aplicar transformações e normalização para compor os escores.

  3. 03 / CÁLCULO

    Combinar

    Integrar os componentes de deslizamentos, inundações e enxurradas à vulnerabilidade institucional e ao clima.

  4. 04 / PRODUTOS

    Consultar

    Examinar mapas, rankings, fichas e bases exportáveis. Interpretar os resultados com as fontes e limitações.

Pesos da referência 2.1.0

Escolhas metodológicas do ICPM. Os percentuais são pesos do cálculo, não probabilidades de desastre.

70%Média das tipologias20%Componente institucional10%Componente climática

Consulte a metodologia publicada no portal para conhecer as transformações, os pesos internos e as regras de seleção.

Aplicações na prevenção e mitigação

Uma base comum
para a análise técnica.

Para gestores públicos, equipes técnicas e profissionais de proteção e defesa civil.

Orientar o aprofundamento de diagnósticos

Identificar municípios para examinar fontes, atualizar informações e articular levantamentos e mapeamentos locais.

Apoiar o fortalecimento da gestão municipal

Relacionar a priorização territorial à capacidade registrada no ICM, apoiando a discussão sobre instrumentos de planejamento, equipes e ações de prevenção.

Tornar critérios de priorização transparentes

Comparar resultados, consultar fichas e registrar as evidências que fundamentam uma análise. Os produtos subsidiam a decisão das equipes responsáveis.

Método, dados e limitações

O que o índice
permite dizer.

O ICPM ordena informações para apoiar a priorização. Seu escore não é a probabilidade de um desastre e não substitui o mapeamento de risco no município.

Quais dados entram na referência atual?
  • Histórico: base do Atlas Digital de Desastres de 1991 a 2025, na extração de 23/04/2026 utilizada pelo projeto, com registros provenientes do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).
  • Exposição: população em áreas de risco alto e muito alto (R3 e R4) da base municipal consolidada do projeto.
  • Capacidade: apuração numérica das 20 variáveis do ICM; maior nota indica maior capacidade registrada.
  • Clima: na referência 2.1.0 observada no portal, um sinal de mudança de precipitação extrema em escala estadual.

As bases têm datas e escalas diferentes. O universo de 5.570 municípios é o recorte adotado pelo projeto, não uma atualização automática da divisão territorial brasileira.

Como a capacidade municipal entra no cálculo?

O projeto converte a nota do ICM, de 0 a 20, em um componente de vulnerabilidade institucional:

Vulnerabilidade institucional = 1 − ICM / 20

Essa transformação é uma escolha do ICPM. A nota numérica e as classes A–D do ICM são leituras distintas. Capacidade institucional também não resume todas as dimensões da vulnerabilidade.

Quais cuidados são necessários ao interpretar o ranking?

A posição depende do universo comparado, dos pesos, da normalização e da qualidade das fontes. Ausência de registro de desastre não comprova ausência de ocorrência ou de risco.

A componente climática estadual atribui o mesmo sinal a municípios de uma mesma unidade da Federação. Além disso, a referência agrupa “Enxurradas” e “Chuvas Intensas” em uma componente herdada do cálculo, cuja adequação deve ser examinada nas revisões metodológicas.

Os dados agregados não localizam a ameaça em cada bairro ou imóvel. O portal não emite alertas e não estima o momento de ocorrência de um desastre.

O que muda nos experimentos e nas comparações?

A versão anterior, 2.0.1, permanece como referência histórica para comparação e auditoria. Os laboratórios permitem avaliar outras escolhas sem substituir a referência 2.1.0 apresentada nesta página.

O módulo climático PNA–ANA é identificado como experimental na versão pública consultada. Sua fonte tem 66 municípios sem classificação, mantidos como indisponíveis. As transformações desse módulo pertencem ao projeto e não devem ser atribuídas à ANA como uma fórmula oficial do ICPM.

A lista da Casa Civil é uma referência administrativa externa. Comparar sua composição com o ICPM não significa que a Casa Civil tenha atribuído um ranking aos municípios.

Estágio e continuidade

Disponível para consulta.
Aberto à evolução metodológica.

Situação documentada a partir do portal e dos materiais do projeto em 30/09/2026.

Implementado

Portal e referência atual

  • Mapas, filtros e consulta municipal acessíveis no portal público.
  • ICM numérico integrado à referência nacional 2.1.0.
  • Fichas, exportações e documentação do cálculo disponíveis.
Experimental

Comparações e cenários

  • Simulação de pesos, cortes e referências territoriais.
  • Avaliação do componente climático municipal PNA–ANA.
  • Comparação com a lista da Casa Civil, preservando a finalidade de cada instrumento.
Revisão indicada

Qualidade e interpretação

  • Revisão do agrupamento de enxurradas e chuvas intensas.
  • Exame da escala climática e dos efeitos das escolhas do modelo.
  • Conciliação da documentação histórica com a referência vigente.

A disponibilidade do portal demonstra a implementação das consultas. Não representa, por si só, validação independente da metodologia ou evidência de redução de perdas. As próximas revisões dependem de avaliação técnica, sem cronograma público confirmado nos materiais consultados.

Materiais e referências

Consulte as fontes.
Aprofunde a análise.

Os links abrem serviços externos e precisam de conexão à internet.

Conheça a situação do seu município.

Consulte os componentes e as fontes antes de interpretar a posição no ranking.

Explorar o mapa
Translation notes译文说明

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