Projeto inédito · DPM / SEDEC / MIDR

Índice Nacional de RiscoDo registro
à decisão.

Uma régua municipal, transparente e auditável para compreender onde o risco é maior — e orientar prevenção, investimento e proteção.

público federado auditável
27.209 registros oficiais de inundações, enxurradas e deslizamentos entre 1991 e 2025
Fonte

Atlas Digital de Desastres · S2iD · soma das três tipologias, 1991–2025.

4.480 vidas perdidas nessas três tipologias no mesmo período
Fonte

Atlas Digital de Desastres · S2iD · soma das três tipologias, 1991–2025.

2.086 municípios na lista prioritária da Casa Civil da Presidência
Fonte

Nota Técnica nº 2/2025 SADJ-VI/CC/PR, conforme apresentação final.

5.570 municípios que precisam de uma régua única e comparável
Fonte

IBGE · malha municipal vigente, conforme apresentação final.

01 · O porquê

O Brasil registra desastres.
O próximo passo é medir o risco.

Sabemos, com precisão crescente, onde o desastre já aconteceu. Um índice nacional acrescenta a pergunta que orienta a prevenção: onde ele pode acontecer — e com que força? Riscos diferentes, lidos de forma integrada, viram prioridade de ação antes do desastre.

Passe pelos cartões: cada tipologia acende uma região do território. (ilustrativo)

02 · A missão

Quatro movimentos, uma política contínua

A missão do INR conecta a agenda de Sendai à realidade municipal: compreender o risco, governá-lo, investir em resiliência e aprender com cada ciclo de prevenção, resposta e reconstrução.

Compreender o risco

Integrar ameaças, exposição e vulnerabilidades em uma leitura municipal que oriente prevenção e futuras intervenções.

Fortalecer a governança

Valorizar estudos e projetos de outros órgãos, evitar duplicações e alinhar a atuação do SINPDEC.

Investir em resiliência

Orientar recursos públicos e privados pela evidência, incluindo os efeitos da mudança do clima.

Preparar e reconstruir melhor

Conectar prevenção, preparação, resposta e recuperação ao princípio de reconstruir melhor.

Prevenção em movimento

Prevenir é uma ação que começa antes.

Três cenas pontuais dão vida a capacidades do INR: ler o território, reduzir a vulnerabilidade e fazer o alerta chegar a tempo.

01 · Mapear e sinalizarLer o terreno antes que ele se mova.fissura identificada · rota segura indicada
02 · Mitigar e restaurarDevolver espaço e força à água.fluxo liberado · margem estabilizada
03 · Monitorar e alertarFazer o alerta chegar antes.sensor ativo · território observado

03 · Mandato e governança

Liderança técnica do DPM.
Governança da SEDEC inteira.

O INR percorre o ciclo completo de proteção e defesa civil. O DPM conduz método e prioridades; a SEDEC e o SINPDEC articulam dados, validação, uso e atualização.

DPMmétodo + prioridades↔SEDECgovernança + SINPDEC
  • Estratégiaprevenção, mitigação e adaptação climática
  • Coordenaçãoredução de risco e subsídios técnicos e normativos
  • MonitoramentoPlano Setorial do Clima e Cadastro Nacional
  • Decisãoevidência convertida em critérios de planejamento e investimento

O risco precisa percorrer o ciclo

  1. 01Prevenção e mitigaçãoagir e investir antes
  2. 02Preparação e alertapriorizar planos e comunicação
  3. 03Respostaobservar impactos e direcionar apoio
  4. 04Recuperaçãorecalibrar e evitar reincidência

O índice tem que estar onde a política pública está — na ponta.

Feito na escala de quem decide: o município.

04 · Referências

Princípios comuns.
Nenhuma fórmula pronta.

O estudo comparou produtos decisórios de diferentes escalas. Os sistemas maduros convergem em transparência, decomposição, versionamento e vínculo com a decisão; a adaptação ao Brasil precisa respeitar dados, federalismo, ameaças e governança próprios.

81produtos decisórios
30+países e regiões
14casos aprofundados
13iniciativas brasileiras
Índice territorial comparávelcompara territórios e abre a nota por componente
Perfil nacional por cenárioscaptura choques raros, sistêmicos e em cascata
Atlas ou plataforma interoperávelpreserva camadas por ameaça, ativo e consequência

No Brasil, o alicerce existe

Décadas de medição pública séria — o INR conecta o que já funciona:

  • ISHÍndice de Segurança Hídrica · ANA
  • AdaptaBrasilrisco climático em 9 setores · MCTI
  • Alertas Cemaden1.295 municípios monitorados
  • Atlas + S2iDa memória nacional dos desastres · SEDEC
  • Cartografia SGBsetorização de risco em 1.813 municípios
  • Monitor de SecasANA + rede de 40 instituições
  • Censo 2022203 milhões de pessoas no mapa · IBGE
  • ICMcapacidade municipal medida · SEDEC

No mundo, o caminho foi aberto

Referência principal National Risk Index · FEMA (EUA)

Nos EUA existem dezenas de monitoramentos — e ainda assim a agência de proteção civil construiu a sua própria ferramenta: 18 tipologias, risco em dólares por ano, condado a condado, aberta a qualquer cidadão.

  • INFORM União Europeia · risco para ação humanitária
  • IRBI Indonésia · índice oficial que caiu 18% em 9 anos
  • IMRC Colômbia · risco cruzado com capacidade de resposta
  • UNDRR GAR, Sendai Monitor e a métrica global do risco
Referênciaadaptação brasileiradecisão pública

05 · Aprendizados incorporados

15 princípios para evoluir
com evidências.

Oito princípios orientam o desenho do INR; sete lições do Índice de Segurança Hídrica reforçam como transformar conhecimento público em uma métrica viva.

01Nascer ligado à decisão

Uso e público vêm antes da fórmula.

02Risco não é capacidade

Os dois eixos permanecem visíveis e interpretáveis.

03Camadas abertas

Dados, código e resultados intermediários precisam ser publicados.

04Absolutos e percentis

Perdas e pessoas acompanham a posição relativa.

05Sem compensação indevida

Capacidade alta não pode apagar risco físico real.

06Incerteza como produto

A confiança por componente acompanha a nota.

07Comunicação construtiva

Forças e oportunidades orientam ação, não punição.

08Política continuada

Atualização, consolidação e revisão têm rito próprio.

09Escala certa

A unidade territorial precisa corresponder ao problema.

10Incertezas incorporáveis

Novas evidências podem entrar sem romper a arquitetura.

11Complexo, mas reproduzível

Rigor não pode impedir compreensão e repetição.

12Testar, calibrar, validar

A métrica amadurece com ciclos técnicos e territoriais.

13Sensível às ações

Intervenções estruturantes precisam aparecer na leitura.

14Padrão e replicabilidade

O método deve funcionar de forma consistente no país.

15Métrica viva

O sistema evolui com novas evidências e tecnologias.

06 · Confiança editorial

Uma nota só vale
se puder ser aberta.

O INR é concebido como sistema público de evidências: cada síntese precisa conservar seus absolutos, percentis, classe de confiança, fontes, versão e sensibilidade.

01 · OrigemQuem produziu?órgão, base e responsável
02 · CamadaO que representa?território, período e unidade
03 · QualidadeQuão confiável?classe A–D e limitações
04 · VersãoQuando mudou?data, método e sensibilidade
05 · UsoQual decisão apoia?sem automatizar o juízo público

Regra editorial: nenhuma afirmação técnica entra na versão pública sem fonte, data de referência, recorte territorial e limitação declarada.

Acervo técnico em construção

Documentos para
aprofundar o INR

Consulte a apresentação institucional e os relatórios técnicos que orientam a construção do índice.

Documentos preliminares — conteúdos sujeitos a revisão e atualização.

Capa da apresentação institucional do INR
Documento preliminar — sujeito a revisão

Apresentação · 16 páginas

Apresentação institucional do INR

Uma visão executiva do propósito, da arquitetura e do percurso de implantação do Índice Nacional de Risco.

Capa do relatório sobre índices de risco no Brasil e no mundo
Documento preliminar — sujeito a revisão

Relatório técnico · 101 páginas

Panorama internacional e diretrizes para o INR

Referências nacionais e internacionais, experiências comparadas e diretrizes técnico-científicas para construir o índice.

Capa do relatório sobre fontes de dados e articulação institucional
Documento preliminar — sujeito a revisão

Relatório técnico · 74 páginas

Fontes de dados e articulação institucional

Inventário nacional de fontes, proposta de governança e articulação necessária para transformar evidências em política pública.

07 · Como o INR calculará o risco

Uma equação clara no topo.
Ciência robusta por baixo.

A proposta usa a perda anual esperada como espinha dorsal e explicita o ajuste comunitário. O visitante pode abrir a síntese e enxergar exposição, frequência, histórico de perdas, vulnerabilidade e resiliência.

resultadoRiscoterritório × ameaça
métrica absolutaPerda anual esperadaEAL · em reais
ajuste comunitárioFator de riscovulnerabilidade ÷ resiliência
EALExposiçãoFrequência anualizadaRazão de perda histórica

Explore a lógica da proposta

Mova os controles e observe como a perda anual esperada e o fator comunitário alteram a leitura relativa.

Risco alto

Simulação didática, sem valor classificatório. Pesos, funções e incertezas serão testados, calibrados, validados e publicados com a comunidade técnica e os territórios.

08 · A arquitetura

O gradual orienta.
O anual mostra a mudança.

Duas engrenagens registram ritmos diferentes sem esconder um no outro: a estrutura territorial e aquilo que mudou no ano.

Estruturante · gradual

Perigo de longo prazo, exposição consolidada, vulnerabilidade histórica e resiliência estruturante compõem a linha de base territorial.

Revisão quando houver nova evidência · consolidação quadrienal da trajetória.

Dinâmica · anual

Condições do ano, mudanças na exposição e vulnerabilidade, ações de resiliência e impactos observados mostram a variação recente.

Indicador atualizado anualmente · aferido pelas métricas de risco e pelas ações realizadas.

  1. 1Medir a linha de base
  2. 2Atualizar o ano
  3. 3Comparar métricas
  4. 4Aferir políticas
  5. 5Consolidar em 4 anos

O anual mostra o que mudou; o gradual revela se a política está alterando a trajetória estrutural do risco.

09 · Componentes e fontes candidatas

Cada componente já tem
um ponto de partida.

A estratégia começa com o melhor dado nacional disponível e evolui publicamente, versão a versão. Selecione um componente para abrir sua função, bases candidatas e cuidado metodológico.

Componente 01

Exposição

Quem e o que está no caminho do perigo: pessoas, edificações, serviços e ativos.

Bases candidatas
Censo 2022 + CNEFE + BATER/IBGE
Saída esperada
Pessoas e edificações em áreas de risco
Cuidado
Manter valores absolutos ao lado da posição relativa.

10 · Para que serve

Um número que vira decisão

Do gabinete ao território, o mesmo índice alimenta usos diferentes — sempre a serviço da prevenção.

Passe pelos nós para acompanhar cada conexão.

  • Orientar ações de prevenção e obras
  • Racionalizar investimentos públicos
  • Apoiar estados e municípios na priorização
  • Ampliar o uso de pesquisas existentes e revelar lacunas
  • Fortalecer redes de pesquisa por tipologia
  • Sustentar políticas públicas e planos
  • Abrir caminho para seguros e transferência de risco
  • Melhorar a comunicação de risco com a sociedade

11 · O caminho

INR v1.0 em 24 meses.
COBRADE integral em 48.

Role a página para percorrer as quatro entregas planejadas na apresentação final.

  1. 0–6

    Estruturação

    Benchmarking, diagnóstico S2iD/Atlas, arquitetura da plataforma e grupos temáticos.

  2. 7–12

    Modelagem

    Perda anual esperada, exposição harmonizada, módulo territorial e primeiro ciclo técnico.

  3. 13–24

    Entrega do INR v1.0

    Índice integrado e validado, dados abertos, documentação, API pública e 5.570 municípios.

  4. 25–48

    Extensão COBRADE

    Ampliação para ameaças meteorológicas, fogo, erosão, biológicas e tecnológicas.

12 · Construído a muitas mãos

Uma constelação de instituições

O INR federa quem já produz conhecimento sobre o território — e devolve a cada parceiro uma leitura nacional que nenhum deles teria sozinho.

A rede se movimenta; a SEDEC/MIDR permanece como âncora institucional.

…e, no centro de tudo, os municípios: o índice será calibrado com quem vive o território e integrado ao cadastro e ao acesso a recursos de prevenção.

13 · Compromissos e próximos passos

O que o INR será —
e o que ele não será.

A proposta assume limites claros: o índice apoia triagem, planejamento e investimento; não substitui conhecimento local, projetos de engenharia nem decisão pública responsável.

Cinco passos para formalizar o TED 1

  1. 01
    Validar o desenho dos TEDs

    Alinhar internamente escopo, entregas e governança.

  2. 02
    Alinhar a coordenação técnica

    Definir a articulação com UnB/CIP e instituições parceiras.

  3. 03
    Confirmar o orçamento

    Detalhar a programação por exercício conforme a proposta.

  4. 04
    Garantir acesso ao S2iD

    Formalizar dados, perfis, segurança e rastreabilidade.

  5. 05
    Submeter o TED 1

    Consolidar plano de trabalho, acordos de dados e rito de acompanhamento.

O INR será

  • régua municipal comparável para 5.570 municípios
  • sistema de evidências com nota-síntese aberta
  • produto oficial, público, auditável e versionado
  • triagem para investimento, apoio técnico e cadastro
  • ponte para seguros e proteção financeira
  • alinhado a Sendai, PNPDEC e Plano Clima
  • métrica viva, com clima futuro e revisão contínua

O INR não será

  • piloto automático de repasses
  • substituto de estudos locais e projetos de engenharia
  • ranking punitivo de municípios
  • caixa-preta de fórmula única
  • concorrente de ISH, AdaptaBrasil ou Atlas
  • versão final e imutável
  • restrito somente aos riscos naturais
EntregaINR integradoclassificado e validado com análise de incerteza
AberturaDados e métodolaboratório analítico, documentação e API pública
Escala5.570 municípiosleitura nacional e transferência institucional à SEDEC
ContinuidadeVersões públicasatualização periódica, aprendizado e expansão COBRADE
Selo do Índice Nacional de Riscos

Um Brasil mais preparado
começa pelo conhecimento do risco.

Medir para priorizar. Priorizar para proteger.

Prevenção · Conhecimento · Planejamento · Proteção

Rever a decisão necessária

Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil · Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional

Documento preliminar — sujeito a revisão

Leitor de documentos do INR

Selecione um documento para iniciar a leitura.

Preparando o documento

O leitor e o PDF serão carregados agora.

Translation notes译文说明

Assisted technical translation. For quotations, figures or engineering decisions, consult the Portuguese source with the PT button. Figures and linked documents retain their original language.

本页为辅助翻译。引用数据、技术条文或用于工程决策时,请点击PT查阅葡萄牙语原文。图中标注和所附文件保留原文。