Departamento de Prevenção e Mitigação (DPM)Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC) · Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR)

Projeto OCP · Atualização editorial: 30 set. 2026

Operação Carro-Pipa · Projeto OCPEm desenvolvimentoProdutos preliminares · piloto local

Da resposta emergencial ao planejamento da segurança hídrica.

Diagnóstico da Operação Carro-Pipa e planejamento de soluções de segurança hídrica no Semiárido.

Reunir evidências sobre abastecimento, mananciais e território para orientar estudos, qualificar prioridades e avaliar alternativas com segurança.

Panorama territorial · base públicaInterface em desenvolvimento
Um território, diferentes evidências.A consulta pública reúne mapas e cobertura dos dados. Captura de 30/09/2026 · Censo 2022 · versão de trabalho de setembro de 2026.
O problema e a utilidade pública

A água chega.
O diagnóstico precisa acompanhar.

A Operação Carro-Pipa (OCP) integra a resposta emergencial à falta de água potável. Planejar o abastecimento no Semiárido exige compreender onde o atendimento é recorrente, quais fontes podem sustentá-lo e que alternativas merecem investigação.

O projeto organiza essas perguntas para gestores públicos, equipes técnicas e profissionais de proteção e defesa civil. O propósito é apoiar o planejamento, preservando o abastecimento enquanto as condições de uma alternativa não estiverem comprovadas.

Pergunta que orienta o trabalho

Onde aprofundar o diagnóstico para oferecer abastecimento confiável, inclusive durante a estiagem?

Dados territoriais ajudam a escolher o próximo estudo. A decisão exige verificação da quantidade, da qualidade da água, do acesso e da capacidade de operação.

O que o projeto oferece

Do mapa à pergunta
que precisa ser respondida.

Produtos existentes e frentes previstas têm papéis diferentes. As análises são apresentadas com suas fontes, períodos e restrições de uso.

01 / TERRITÓRIOImplementado · preliminar

Panorama territorial

Consulta por município e dimensão: abastecimento declarado por carro-pipa, registros de seca e informações de segurança hídrica urbana. Os indicadores permanecem separados.

02 / EVIDÊNCIAImplementado · preliminar

Fichas e cobertura dos dados

Leitura municipal com valores divulgados, fontes e lacunas. A cobertura acompanha o resultado para evitar que ausência de informação pareça ausência de necessidade.

03 / PILOTOEm teste · uso local

Consulta operacional e cenários

Exploração de registros e caminhos calculados em rede viária no piloto do Rio Grande do Norte. Os cenários ainda dependem de coordenadas, acessos e mananciais qualificados.

04 / PLANEJAMENTOPrevisto no plano

Avaliação de alternativas

Fichas de soluções e priorização dentro de classes de decisão, condicionadas a estudos de disponibilidade, potabilidade, viabilidade e capacidade de manutenção.

Como funciona

Organizar. Conferir.
Interpretar.

O fluxo parte da evidência disponível. Cada resultado mantém a origem e explicita o que falta para avançar à próxima decisão.

  1. Reunir as fontes

    Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e registros de desastres. O piloto acrescenta dados operacionais autorizados.

  2. Qualificar a informação

    Relacionar códigos territoriais, conferir períodos e cobertura, preservar divergências e verificar a localização. Dado ausente continua identificado como ausente.

  3. Apoiar a análise

    Produzir mapas, fichas e cenários exploratórios. Alternativas de abastecimento seguem para avaliação técnica antes de qualquer recomendação de transição.

Método, dados e limites

O que cada informação
permite afirmar.

Declaração de abastecimento por carro-pipa no Censo não identifica quem foi atendido pela OCP.

Fontes e períodos não são intercambiáveis

O panorama utiliza o Censo 2022 para a forma principal de abastecimento, registros do Atlas Digital de Desastres de 2016–2025 para recorrência e o Atlas Águas de 2021 para informações urbanas. As malhas territoriais têm versão própria.

Os produtos por setor censitário preservam as supressões de divulgação. A consulta municipal apresenta valores divulgados e proporções observáveis, com cobertura. Não há preenchimento automático do sigilo.

O piloto operacional ainda exige qualificação

O recorte documentado abrange Alexandria, Campo Grande, Florânia, Jucurutu e Tenente Laurentino Cruz, no Rio Grande do Norte, com registros de setembro de 2025 a agosto de 2026.

As coordenadas recebidas permanecem na classe D, sem validação para uso operacional. Caminhos calculados são cenários exploratórios; não são trajetos GPS observados. Potabilidade, oferta livre, acessos de caminhão e regras de custo precisam de comprovação.

Criticidade por dimensão, sem decisão automática

As classificações são lidas com seus critérios e fontes. O plano prevê regras de decisão antes da ordenação de prioridades, com tratamento explícito para informação insuficiente. Essa avaliação de alternativas ainda não é uma capacidade operacional validada.

Os mapas apoiam a triagem. Não substituem estudos de viabilidade, investigação hidrogeológica, projeto de engenharia ou decisão dos responsáveis pelo abastecimento.

Uma alternativa exige transição segura

Quantidade, confiabilidade, qualidade da água, infraestrutura, operação e manutenção, acesso, contingência, transição gradual e monitoramento precisam ser verificados. Enquanto houver requisito não comprovado, o atendimento emergencial deve ser preservado.

Estágio e próximos passos

Em desenvolvimento.
Com entregas verificáveis.

Situação apresentada em 30/09/2026, a partir dos produtos e registros locais disponíveis. Não há certificação de uso operacional nem cronograma de implantação pública confirmado.

Materiais e referências

Bases para compreender
o tema.

Referências públicas de contexto e método. Elas não constituem validação independente do projeto. Os documentos de trabalho e o sistema local ainda não têm endereço público informado.

Translation notes译文说明

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