Proposta em discussão · observatório em desenvolvimentoAtualização editorial · 01/10/2026

PAC Erosão Costeira

Conhecer a costa.Planejar aredução do risco.

A proposta PAC Resiliência Costeira reúne dados, estudos e critérios para apoiar a prevenção de riscos de erosão e inundação costeira, do diagnóstico ao monitoramento das intervenções.

Documento de trabalho para discussão técnica no âmbito do DPM/SEDEC. A proposta não representa posição oficial do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).

Mapa nacional do observatório, com filtros, trechos costeiros e a camada Atlas preliminar ativadaAmpliar tela ↗
Uma base territorial para começar a investigação.Captura real do observatório local · 01/10/2026.
Atlas preliminar; classes de risco provisórias.

Dados para orientar o olhar.
A triagem aponta onde aprofundar os estudos. Cada intervenção exige diagnóstico e avaliação local.

Para a gestão públicaGestores, equipes técnicas e profissionais de proteção e defesa civil.

Dados + critérios + estudosConhecimento territorial e análise de alternativas para discutir prioridades.

Estágio documentadoProposta técnica e produtos preliminares. Sem modalidade costeira aprovada neste projeto.

02 / O desafio costeiro

O risco começa onde
a dinâmica da costa
encontra a ocupação.

A perda de sedimentos e os episódios de inundação costeira podem comprometer moradias, vias e serviços públicos. Entender os processos e quem está exposto é o primeiro passo para discutir a resposta adequada.

Praias, falésias, desembocaduras e orlas urbanas respondem de maneiras diferentes às ondas, às marés, ao transporte de sedimentos e às intervenções humanas. Uma solução em um trecho pode alterar a dinâmica do trecho vizinho.

A proposta reúne evidências para avaliar o perigo, a exposição de pessoas e bens e a vulnerabilidade. O objetivo é apoiar escolhas de prevenção e mitigação antes de definir o tipo de intervenção.

Esse enfoque dialoga com o Guia de diretrizes de prevenção e proteção à erosão costeira e a terminologia de redução do risco de desastres.

Financiar a redução do risco costeiro, com a solução definida pelo diagnóstico.

Princípio da proposta técnica. Estudos devem comparar alternativas, incluindo ordenamento, adaptação, restauração, reposição de areia, proteção e a possibilidade de não intervir.

03 / O que o projeto oferece

Da evidência à
discussão de prioridades.

Os produtos existentes permitem explorar a proposta e seus dados. A formalização do programa e a execução de intervenções são etapas futuras.

Implementado localmente

Observatório técnico

Mapa com camadas, consulta de trechos, diagnóstico nacional e módulos de metodologia, estudos, custos, cenários e referências.

Interface de trabalho. Disponibilidade pública ainda não confirmada.
Produto preliminar

Atlas da costa

Segmentos de aproximadamente 5 km combinam dados de linha de costa, ocupação, cota do terreno e histórico de desastres para uma primeira triagem.

Os resultados exigem conferência local e recalibração das classes.
Modelo exploratório

Critérios de priorização

O Índice de Risco Costeiro (IRC) permite examinar a ordem dos trechos e a influência dos pesos. A maturidade dos estudos orienta a porta de entrada proposta.

Critérios de trabalho; não constituem seleção oficial de beneficiários.

05 / Como funciona

Integrar dados.
Examinar o território.
Aprofundar os estudos.

O observatório integra bases e modelos exploratórios. A proposta usa essa base para organizar uma sequência de estudos, avaliação de alternativas e acompanhamento.

01 / ENTRADAS

Evidências da costa

Dados territoriais e de ocupação, registros de desastres, variação da linha de costa por satélite e modelos de elevação.

  • Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
  • Atlas Digital de Desastres
  • ShorelineMonitor, Copernicus DEM e DeltaDTM

02 / PROCESSAMENTO

Triagem e comparação

Os dados são associados a trechos ou segmentos costeiros. Indicadores e critérios permitem explorar prioridades e testar a influência dos pesos.

  • Índice de Risco Costeiro (IRC)
  • Comparação com evidências documentais
  • Análise de sensibilidade do ranking

03 / PRODUTOS

Apoio à avaliação técnica

Mapas, fichas, tabelas e requisitos de estudos oferecem subsídios para investigar locais e discutir alternativas com as equipes responsáveis.

  • Diagnóstico e Atlas preliminares: existentes
  • Estudos locais e Atlas Nacional validado: propostos
  • Monitoramento pós-intervenção: proposto

Na proposta, risco orienta a prioridade e maturidade define a etapa de entrada. A execução de obras dependeria de diagnóstico, comparação de alternativas, viabilidade regulatória e projeto aceito.

06 / Prevenção e mitigação

Informação para
decisões concretas.

Os produtos podem apoiar o planejamento público. Esses usos são potenciais: não há avaliação de impacto operacional apresentada nos materiais do projeto.

Definir onde aprofundar o diagnóstico

Examinar a combinação de ocupação, cota baixa, erosão e registros de danos para escolher locais que merecem vistoria e levantamento técnico.

Aplicação potencial

Comparar alternativas por trecho

Discutir ordenamento territorial, adaptação, soluções baseadas na natureza ou proteção, considerando os efeitos sobre trechos vizinhos e o custo de manutenção.

Depende de estudos locais

Organizar uma carteira de estudos e projetos

Identificar quais estudos faltam e quais evidências são necessárias antes de uma intervenção. O acompanhamento pós-obra integra o desenho proposto.

Fluxo institucional proposto

07 / Método, dados e limites

O que os dados permitem
afirmar — e até onde.

Uma mesma costa é observada em escalas e períodos diferentes. A leitura técnica precisa considerar a origem de cada dado e as lacunas de cobertura.

Bases e períodos utilizados nos produtos preliminares do projeto
BaseReferência no projeto
IBGE / Censo e endereços2022. Ocupação e limites territoriais.
Atlas Digital de DesastresBase local 1991–2025. Análises de danos com recortes específicos.
ShorelineMonitor1984–2023. Variação histórica da linha de costa por satélite.
Copernicus DEM / DeltaDTMModelos de superfície e terreno. Elevação aproximada; sem medição local de inundação.
Projeções de linha de costaCalkoen et al., 2025. Cenários condicionais para áreas compatíveis com o método.
Por que uma cota baixa não é um mapa de inundação?

A altura aproximada do terreno indica uma condição relevante, mas não calcula ondas, marés, conectividade hidráulica, defesas existentes ou níveis de água de um evento. A exposição estimada deve ser confirmada com estudos adequados ao local.

Por que projeção não é previsão?

Uma projeção descreve uma possível evolução sob hipóteses e cenários. Ela não informa quando ocorrerá uma ressaca e não substitui um sistema de previsão ou alerta.

Cuidados de interpretação

  • Triagem não substitui diagnóstico. O Atlas preliminar não contém todos os processos físicos ou as condições recentes de cada trecho.
  • Classes ainda provisórias. Os limiares da base de trechos não se transferem diretamente aos segmentos com indicadores incompletos. A ordem serve para orientar a investigação.
  • Registros de danos são parciais. Ausência de registro não demonstra ausência de erosão ou de exposição.
  • Satélite tem limites. Obras, reposição de areia, marés e características da costa influenciam a leitura da linha d'água.
  • Sem decisão automática. Os modelos apoiam o trabalho técnico e a discussão institucional; não selecionam obras ou beneficiários.

08 / Estágio e próximos passos

Uma proposta estruturada.
Uma validação a construir.

Referência documental: 30/09/2026. Não há cronograma aprovado, percentual de avanço institucional ou evidência de operação pública nos materiais examinados.

Existente no projeto

Base técnica e interface

  • Documentos da proposta, método e rastreabilidade.
  • Observatório local com mapas, consultas e modelos exploratórios.
  • Atlas preliminar e relatórios de trabalho.
Preliminar · sujeito a validação

Critérios e resultados

  • Prioridades, pesos e limiares do IRC.
  • Qualidade e cobertura das bases integradas.
  • Triagem de segmentos e conferência com conhecimento local.
Proposto

Formalização e execução

  • Validação institucional da proposta.
  • Atlas Nacional com validação técnica.
  • Financiamento de estudos, intervenções e monitoramento.

O desenvolvimento dos produtos de apoio não equivale à aprovação de uma modalidade do Novo PAC. Participações institucionais previstas nos documentos não são apresentadas aqui como parcerias formalizadas.

09 / Materiais e referências

Conhecimento com origem
e contexto.

As referências explicam os dados e o método. As capacidades apresentadas nesta página foram verificadas nos documentos e na versão local do projeto.

Perguntas frequentes

Já posso acessar o observatório pela internet?

A versão examinada funciona localmente. Um endereço público ainda não foi confirmado nos materiais do projeto. As telas desta página permitem conhecer as capacidades existentes.

O projeto emite alertas de ressaca ou determina onde construir obras?

As capacidades verificadas são de consulta e análise técnica. Não foi identificada operação de alerta. Uma obra exige estudo local, comparação de alternativas, licenciamento e decisão das autoridades competentes.

Quais instituições participam?

A proposta é um documento de trabalho para discussão no âmbito do Departamento de Prevenção e Mitigação da SEDEC/MIDR. IBGE, Atlas Digital de Desastres e as demais referências são fontes de dados ou método; isso não caracteriza parceria formal do projeto.

Tela do observatório

Translation notes译文说明

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