Inspecionar o histórico
Consultar séries diárias de vazão e chuva, verificar o período disponível e importar dados com identificação da variável, unidade e origem.
Antecipar a quantidade de água que passa pelo rio ajuda a examinar possíveis mudanças nos próximos dias. O PREVIVAZH Studio reúne previsões, cenários e avaliação histórica para apoiar esse trabalho técnico.
A posição 1 corresponde à data de emissão; a posição 14, a 13 dias depois. Médias de 7 e 14 dias são produtos complementares.
Uma mudança rápida da vazão pode se perder quando se olha apenas o valor médio de uma semana.
Vazão é o volume de água que passa por uma seção do rio em determinado tempo. Em hidrologia, costuma ser expressa em metros cúbicos por segundo (m³/s). Prever sua evolução diária ajuda equipes técnicas a examinar quando uma elevação pode ocorrer e quanta incerteza acompanha essa estimativa.
O projeto reimplementa em Python o motor estatístico PREVIVAZH e oferece uma interface para consultar séries, produzir cenários e comparar previsões com observações históricas.
Um ambiente de estudo para equipes técnicas, pesquisadores e profissionais de proteção e defesa civil.
Consultar séries diárias de vazão e chuva, verificar o período disponível e importar dados com identificação da variável, unidade e origem.
Produzir conjuntos de possíveis evoluções diárias, visualizar faixas de quantis e consultar os valores previstos. Um cenário é uma possibilidade gerada pelo modelo.
Testar previsões em períodos históricos e compará-las com a persistência: a referência simples que mantém a última vazão observada.
A aplicação também oferece geração sintética, calibração do modelo e histórico de execuções. Ter uma função implementada não significa que seu desempenho esteja comprovado em qualquer bacia.
Telas reais da versão local do PREVIVAZH Studio. Cada imagem pode ser ampliada para leitura dos controles e resultados.
A consulta permite examinar a série de vazão e precipitação, o período disponível e os registros. Os dados exibidos são históricos, em metros cúbicos por segundo e milímetros.
PREVIVAZH Studio · captura real em 01/10/2026 · Série real Salto Osório, 01/01/1980–31/12/2001; não é monitoramento em tempo real.A interface mostra a decomposição usada pelo modelo e parâmetros estimados no histórico. Examinar esses valores ajuda a compreender a configuração; não comprova desempenho operacional.
PREVIVAZH Studio · captura real em 01/10/2026 · Modelo da execução demonstrativa, ajustado até 31/12/2000; calibração não foi executada.O processamento usa o passado disponível para construir e avaliar possíveis sequências de vazão.
Séries diárias observadas, período de ajuste e condições iniciais. A chuva futura pode estar ausente, ser fornecida ou, em estudos retrospectivos, ser a chuva que depois foi observada.
Um modelo estatístico representa a sazonalidade e a evolução das vazões. Ele gera várias trajetórias possíveis; parâmetros e configurações ficam registrados para reprodução.
Curvas diárias, quantis, tabelas e arquivos de resultados. Na avaliação histórica, as previsões são comparadas com as observações e com referências simples.
As emissões da avaliação nacional consolidada são semanais, mas cada emissão contém 14 valores diários. A frequência de emissão e a resolução diária do produto são conceitos diferentes.
Aplicações potenciais que dependem de validação local e integração aos procedimentos existentes.
Examinar dias com possível elevação da vazão e planejar a consulta a medições, boletins meteorológicos e informações de campo.
Comparar previsões e episódios observados para investigar a antecedência disponível, as falhas de detecção e os avisos falsos antes de adotar uma regra.
Consultar o desempenho por estação e por posição diária, reconhecendo diferenças entre bacias, períodos e condições de chuva.
Apresentar possíveis evoluções e faixas de valores para apoiar a discussão técnica. Essas faixas precisam ser avaliadas antes de serem interpretadas como probabilidades confiáveis.
Origem dos dados, condição de chuva e período de avaliação fazem parte do resultado.
Em um teste histórico, o modelo pode receber a chuva que de fato ocorreu depois da emissão. Essa condição, chamada de chuva perfeita no estudo, ajuda a examinar o valor da informação sobre chuva.
O resultado não mede o desempenho de uma previsão meteorológica real. Os estudos com chuva prevista continuam em investigação e precisam considerar as lacunas dos arquivos e a disponibilidade da informação na emissão.
Quantis são valores que delimitam partes da distribuição gerada pelo modelo. Uma faixa entre quantis descreve essa distribuição; sua cobertura precisa ser verificada comparando previsões passadas com o que foi observado.
O relatório consolidado registra cobertura abaixo da esperada em vários recortes. Não se deve tratar todas as faixas exibidas como intervalos já calibrados.
O erro absoluto compara previsão e observação no mesmo dia. Quanto menor, mais próximos estão os valores, na mesma unidade da vazão.
Exemplo didático: previsão de 120 m³/s e observação de 100 m³/s produzem e = |120 − 100| = 20 m³/s. Neste exemplo, a previsão superestimou a vazão em 20 m³/s.
Os números são construídos para explicar o cálculo. Um único erro não demonstra desempenho; é preciso examinar muitos dias, estações e situações, além da incerteza.
A vazão indica uma condição hidrológica. O risco de desastre depende também das pessoas e bens expostos, de sua vulnerabilidade e da capacidade de resposta. Para relacionar vazão a inundação, são necessários dados e referências locais.
Os limites e classes de um estudo não devem ser convertidos automaticamente em níveis oficiais de perigo ou alertas. Definição de risco de desastre — UNDRR.
Estágio apresentado: desenvolvimento e validação, com consulta local e resultados retrospectivos.
Não há cronograma público de operação confirmado. A avaliação existente aponta ganhos e perdas conforme o recorte; não sustenta uma promessa de maior acurácia em qualquer série.
Fontes de método e terminologia. Elas não constituem certificação operacional do projeto.
Costa, F. S.; Damázio, J. M.; Maceira, M. E. P. · Revista Brasileira de Recursos Hídricos, 12(3), 21–30 · 2007.
Referência clássica da família de modelos.Organização Meteorológica Mundial (OMM) · WMO-No. 1091 · 2012.
Uso e interpretação de previsões por conjuntos.Tim Palmer · WMO Bulletin, 73(2) · 2024.
Perspectiva recente sobre conjuntos e incerteza; contexto meteorológico.Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres (UNDRR) · Terminologia do Marco de Sendai · 2017.
Monitoramento e previsão integram um sistema mais amplo.UNDRR · Terminologia do Marco de Sendai · 2017.
Relação entre ameaça, exposição, vulnerabilidade e capacidade.Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) · Catálogo institucional consultado em 01/10/2026.
Contexto de acesso a dados; não indica integração automática ao aplicativo.Assisted technical translation. For quotations, figures or engineering decisions, consult the Portuguese source with the PT button. Figures and linked documents retain their original language.
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