DPM · SEDEC · MIDRPrevenção e mitigação de desastres

Fontes públicas · informação rastreável

Protótipo local · em testes

RADAR-
DESASTRESBrasil

Da notícia à ficha de verificação: sinais públicos de desastres organizados para apoiar a leitura técnica.

Informação preliminar, sujeita a verificação.
O RADAR não emite alertas nem confirma desastres.

Atualização editorial:
Situação documentada em 26/09/2026

Visão geral do protótipo em funcionamento. Dados fictícios de demonstração. As cores do mapa representam contagens, não classes de risco.
Busca em fontes abertasPublicações com origem identificada
Revisão antes da decisãoPendências e divergências visíveis
Execução localSem endereço público do sistema

01 / A necessidade

Informações dispersas.
Uma leitura organizada.

Notícias sobre desastres chegam por diferentes veículos e órgãos. Uma mesma matéria pode misturar municípios, datas, previsões e impactos; várias publicações podem repetir a mesma origem.

O RADAR-DESASTRES Brasil busca reunir esses sinais em fichas por município, com links, trechos de evidência e pendências. O objetivo é facilitar a triagem por equipes técnicas, gestores públicos e profissionais de proteção e defesa civil.

Uma publicação é um ponto de partida para investigar. Sua presença no painel não equivale a um registro oficial; sua ausência não comprova ausência de desastre.

02 / Capacidades do protótipo

Do sinal à revisão.

Recursos implementados para organizar evidências. A qualidade da interpretação permanece em avaliação.

01 / COLETA

Buscar e separar publicações

Consulta fontes abertas e diferencia, por trecho, relato de fato, previsão, risco atual, memória histórica e conteúdo fora do escopo.

Implementado · em testes
02 / EVIDÊNCIA

Construir fichas rastreáveis

Identifica município, período e tipologia; reúne links e trechos, agrupa publicações e preserva as unidades dos impactos sem somá-los indiscriminadamente.

Implementado · em testes
03 / ANÁLISE

Apoiar o trabalho técnico

Mostra prioridades de verificação, pendências e histórico. Produz boletins e minutas para revisão humana, sem enviar mensagens automaticamente.

Implementado · em testes

04 / Como funciona

Um caminho verificável
até a leitura técnica.

A coleta diária utiliza regras determinísticas versionadas. A segunda leitura por inteligência artificial acontece em sessões assistidas, quando executadas.

Publicações abertas

Feeds de notícias e páginas acessíveis fornecem textos, datas e links de origem.

Extração por regras

O texto é analisado para distinguir o fato e identificar município, período, tipologia e impactos citados.

Ficha e evidências

Publicações relacionadas são agrupadas. Unidades, divergências e pendências ficam registradas.

Revisão e produtos

O técnico consulta a ficha, confere as fontes e revisa boletins ou minutas antes de qualquer encaminhamento.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é a referência para identificação municipal. A Classificação e Codificação Brasileira de Desastres (COBRADE) orienta a tipologia, somente até o nível sustentado pelo texto.

05 / Prevenção e mitigação

Informação para orientar
o próximo passo.

Usos de apoio possíveis a partir dos produtos do protótipo. Os efeitos sobre decisões e redução de danos ainda não foram avaliados.

Priorizar a verificação

Consultar sinais de possível urgência e selecionar fichas para checagem, mantendo a incerteza da informação explícita.

Apoio disponível no protótipo

Preparar uma análise

Reunir fontes e histórico para instruir uma nota técnica ou uma minuta de pedido de esclarecimento.

Revisão e encaminhamento humanos

Identificar temas recorrentes

Examinar fichas e sínteses para levantar assuntos que mereçam estudos territoriais ou ações de prevenção.

Uso potencial · depende de validação

06 / Método, dados e limites

Interpretar com cautela
faz parte do método.

Sinais em notícias não medem diretamente o risco de desastre. Uma avaliação de risco exige considerar ameaça, exposição, vulnerabilidade e capacidade.

Prevenção busca evitar riscos; mitigação busca diminuir os impactos adversos. O RADAR pode apoiar o levantamento de informação para essas atividades.

Qualidade e cobertura das fontes

A cobertura depende do catálogo, da disponibilidade dos veículos e do acesso às páginas. Homônimos, datas ambíguas, cópias reescritas e relatos estaduais atribuídos a municípios podem produzir erros. Ausência de ficha não indica ausência de desastre.

Contagens e impactos

Mais publicações não significam maior risco. Pessoas, famílias, imóveis e consumidores são unidades diferentes. O agrupamento pode separar o mesmo fato ou reunir episódios distintos; a leitura dos trechos originais continua necessária.

Revisão por inteligência artificial

A revisão assistida é complementar às regras e depende de uma sessão executada. Concordância entre agentes não substitui validação humana. Pendências e divergências precisam ser resolvidas pela equipe.

Disponibilidade e uso institucional

O sistema funciona localmente e não possui endereço público. A avaliação pessoal com Google Notícias e Bing Notícias tem restrições de uso: essa configuração não está habilitada para oferta institucional ou redistribuição de resultados. A adoção institucional exige adequar as fontes e validar o método.

Integrações ainda não validadas

O conector GDELT foi testado com respostas simuladas, mas não validado no serviço real. A integração externa de banco de dados permanece desativada. Importações por arquivo e demais resultados precisam de conferência técnica.

07 / Desenvolvimento

Implementado para testar.
Validação ainda necessária.

Situação baseada na documentação de 26/09/2026. Não há cronograma institucional confirmado nem comprovação de operação como serviço público.

Implementado · em testes

O que já existe

  • Coleta e processamento local, fichas e histórico de revisão.
  • Painel com mapa, consultas, catálogo de fontes e relatórios.
  • Boletins e minutas, importação de registros por arquivo.
  • Procedimento de revisão assistida e testes automatizados documentados.
Próximas etapas propostas

O que precisa avançar

  • Validar o método em amostra real com dupla leitura humana.
  • Corrigir limites de agrupamento, extração e atualização das fichas.
  • Adequar fontes e licenças antes de eventual uso institucional.
  • Avaliar hospedagem, acesso e proteção de dados para ampliar a utilização.

Estágio apresentado: protótipo local em testes. Os testes de software documentados verificam o funcionamento técnico; não demonstram, por si só, qualidade suficiente para decisões operacionais.

08 / Materiais e referências

Bases para compreender
e conferir.

Referências públicas de terminologia e identificação territorial. O método implementado é descrito na documentação do projeto.

Acesso ao sistema e aos materiais do projetoO painel está disponível apenas em execução local. O manual do usuário e os relatórios de validação estão na documentação do projeto; ainda não há links públicos confirmados para esses materiais.
API de localidades

IBGE · documentação v1.0.0, sem data editorial indicada. Referência para identificação de municípios.

Terminologia: risco de desastre

Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres (UNDRR) · 2017. Risco envolve perdas potenciais, ameaça, exposição, vulnerabilidade e capacidade.

Referências consultadas em 01/10/2026. Links externos abrem em uma nova aba e exigem conexão à internet.

Translation notes译文说明

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