Buscar e separar publicações
Consulta fontes abertas e diferencia, por trecho, relato de fato, previsão, risco atual, memória histórica e conteúdo fora do escopo.
Implementado · em testesFontes públicas · informação rastreável
Protótipo local · em testesDa notícia à ficha de verificação: sinais públicos de desastres organizados para apoiar a leitura técnica.
Informação preliminar, sujeita a verificação.
O RADAR não emite alertas nem confirma desastres.
Atualização editorial:
Situação documentada em 26/09/2026
01 / A necessidade
Notícias sobre desastres chegam por diferentes veículos e órgãos. Uma mesma matéria pode misturar municípios, datas, previsões e impactos; várias publicações podem repetir a mesma origem.
O RADAR-DESASTRES Brasil busca reunir esses sinais em fichas por município, com links, trechos de evidência e pendências. O objetivo é facilitar a triagem por equipes técnicas, gestores públicos e profissionais de proteção e defesa civil.
Uma publicação é um ponto de partida para investigar. Sua presença no painel não equivale a um registro oficial; sua ausência não comprova ausência de desastre.
02 / Capacidades do protótipo
Recursos implementados para organizar evidências. A qualidade da interpretação permanece em avaliação.
Consulta fontes abertas e diferencia, por trecho, relato de fato, previsão, risco atual, memória histórica e conteúdo fora do escopo.
Implementado · em testesIdentifica município, período e tipologia; reúne links e trechos, agrupa publicações e preserva as unidades dos impactos sem somá-los indiscriminadamente.
Implementado · em testesMostra prioridades de verificação, pendências e histórico. Produz boletins e minutas para revisão humana, sem enviar mensagens automaticamente.
Implementado · em testes03 / Conheça o painel
Mapa, consulta, ficha e cobertura: diferentes perspectivas para acompanhar o que foi encontrado e o que precisa ser conferido.
Interface em desenvolvimento · capturas de 22/09/2026. Todas as telas usam dados fictícios de demonstração, sem representar ocorrências reais.
Localiza sinais por unidade da federação e mostra a situação da coleta. O volume de notícias não é um índice de risco.
Captura real · protótipo local · 22/09/2026Filtros de município, período e estado da ficha ajudam a selecionar o material que será analisado pela equipe.
Captura real · dados demonstrativos · 22/09/2026Reúne narrativa, local, tipologia e acesso às evidências. Urgência potencial e força da evidência são dimensões distintas.
Captura real · dados demonstrativos · 22/09/2026Permite examinar o catálogo e suas lacunas. Falha na leitura de uma fonte deve ser tratada como falha, não como ausência de ocorrência.
Captura real · modo demonstração · 22/09/202604 / Como funciona
A coleta diária utiliza regras determinísticas versionadas. A segunda leitura por inteligência artificial acontece em sessões assistidas, quando executadas.
Feeds de notícias e páginas acessíveis fornecem textos, datas e links de origem.
O texto é analisado para distinguir o fato e identificar município, período, tipologia e impactos citados.
Publicações relacionadas são agrupadas. Unidades, divergências e pendências ficam registradas.
O técnico consulta a ficha, confere as fontes e revisa boletins ou minutas antes de qualquer encaminhamento.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é a referência para identificação municipal. A Classificação e Codificação Brasileira de Desastres (COBRADE) orienta a tipologia, somente até o nível sustentado pelo texto.
05 / Prevenção e mitigação
Usos de apoio possíveis a partir dos produtos do protótipo. Os efeitos sobre decisões e redução de danos ainda não foram avaliados.
Consultar sinais de possível urgência e selecionar fichas para checagem, mantendo a incerteza da informação explícita.
Apoio disponível no protótipoReunir fontes e histórico para instruir uma nota técnica ou uma minuta de pedido de esclarecimento.
Revisão e encaminhamento humanosExaminar fichas e sínteses para levantar assuntos que mereçam estudos territoriais ou ações de prevenção.
Uso potencial · depende de validação06 / Método, dados e limites
Sinais em notícias não medem diretamente o risco de desastre. Uma avaliação de risco exige considerar ameaça, exposição, vulnerabilidade e capacidade.
Prevenção busca evitar riscos; mitigação busca diminuir os impactos adversos. O RADAR pode apoiar o levantamento de informação para essas atividades.
A cobertura depende do catálogo, da disponibilidade dos veículos e do acesso às páginas. Homônimos, datas ambíguas, cópias reescritas e relatos estaduais atribuídos a municípios podem produzir erros. Ausência de ficha não indica ausência de desastre.
Mais publicações não significam maior risco. Pessoas, famílias, imóveis e consumidores são unidades diferentes. O agrupamento pode separar o mesmo fato ou reunir episódios distintos; a leitura dos trechos originais continua necessária.
A revisão assistida é complementar às regras e depende de uma sessão executada. Concordância entre agentes não substitui validação humana. Pendências e divergências precisam ser resolvidas pela equipe.
O sistema funciona localmente e não possui endereço público. A avaliação pessoal com Google Notícias e Bing Notícias tem restrições de uso: essa configuração não está habilitada para oferta institucional ou redistribuição de resultados. A adoção institucional exige adequar as fontes e validar o método.
O conector GDELT foi testado com respostas simuladas, mas não validado no serviço real. A integração externa de banco de dados permanece desativada. Importações por arquivo e demais resultados precisam de conferência técnica.
07 / Desenvolvimento
Situação baseada na documentação de 26/09/2026. Não há cronograma institucional confirmado nem comprovação de operação como serviço público.
Estágio apresentado: protótipo local em testes. Os testes de software documentados verificam o funcionamento técnico; não demonstram, por si só, qualidade suficiente para decisões operacionais.
08 / Materiais e referências
Referências públicas de terminologia e identificação territorial. O método implementado é descrito na documentação do projeto.
SEDEC / MIDR · tabela COBRADE, versão do PDF de 2016. Referência da tipologia implementada.
IBGE · documentação v1.0.0, sem data editorial indicada. Referência para identificação de municípios.
Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres (UNDRR) · 2017. Risco envolve perdas potenciais, ameaça, exposição, vulnerabilidade e capacidade.
UNDRR · 2017. Atividades e medidas para evitar riscos de desastre existentes e novos.
UNDRR · 2017. Redução dos impactos adversos de um evento perigoso.
UNDRR e International Science Council · 2025. Referência de conceitos de ameaça; não é a classificação implementada no RADAR.
Referências consultadas em 01/10/2026. Links externos abrem em uma nova aba e exigem conexão à internet.
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