DPM · Prevenção e MitigaçãoCiência, dados e informação para a gestão pública

Hidrologia · BHO · Aprendizado de máquina

Resultados nacionais · pesquisa experimental

Regionalização
de Vazões

Da informação das estações à rede hidrográfica nacional. Métodos hidrológicos e aprendizado de máquina para estimar vazões, comparar abordagens e investigar a incerteza.

Plataforma de Regionalização de Vazões com Machine Learning
DPM · Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil

Consulta real de GEV100 para uma bacia do Rio Jari. Interface em desenvolvimento · captura de 30/09/2026.Ampliar captura ↗
462.883Cobacias da BHO com resultadosA mesma cobertura nacional em cada alvo publicado
3,24 milhõesEstimativas na rodada QC27 alvos × 462.883 cobacias
116Vazões de referência no laboratório IPHTabelas reais · versão de 03/09/2026
Pesquisa em escala nacionalProdutos experimentais já gerados e consultáveis no ambiente local. Modelos e intervalos ainda sem aprovação para uso operacional.
01 / Da estação à bacia sem medição

Uma plataforma.
Diferentes caminhos para estimar vazões.

A regionalização transfere informação de locais monitorados para bacias com características comparáveis. O projeto reúne dados fluviométricos, atributos físicos e climáticos e a Base Hidrográfica Ottocodificada para testar métodos e apresentar resultados por cobacia, o código da unidade hidrográfica.

Conceito de regionalização: Serviço Geológico do Brasil. Produtos do projeto com versões e evidências próprias.

Já existem resultados
na BHO nacional.

Três entregas nacionais registradas. Cada uma possui métodos, avaliação e tratamento de incerteza próprios. Os catálogos se sobrepõem: 7, 116 e 146 não devem ser somados como vazões distintas.

Legado real · comparador116 tabelas por alvo

Laboratório IPH

Vazões médias, permanências, sazonais, mínimas e máximas. Oito métodos lado a lado em tabelas nacionais e intervalos simplificados por alvo e método.

03/09/2026 · 462.883 cobacias por alvo
Disponível na consulta local

Explorar o catálogo completo ↗
Histórico · não revalidado146 estatísticas hidrológicas

Produto nacional SIM/HREF

120 variáveis modeladas e 26 vazões específicas derivadas. DAR, KNN, Ridge, Random Forest e ensemble; tabelas por método, por alvo e atlas de doadoras.

30/08/2026 · geração nacional documentada
Arquivos legados ausentes da consulta desta sessão

Ver famílias e entregas ↗
4.648 estações

Inventário do snapshot fluviométrico. O número válido de avaliações varia por alvo e por auditoria.

4.086 cobacias monitoradas

Unidades vinculadas às estações no snapshot, usadas como base da transferência.

Um resultado rastreável

Código de cobacia, versão, unidade, método, intervalo e classe experimental acompanham a consulta.

05 / Plataforma em uso

Do mapa à explicação
do resultado.

Seis telas reais. Encontre uma bacia, examine a vazão, compare métodos e investigue o suporte das estações.

1. LocalizeCódigo ou nome do rio2. EscolhaVazão e versão3. CompareMétodos e intervalos4. InvestigueDoadoras e evidência espacial

Capturas de 30/09/2026 · aplicação local em desenvolvimento. O mapa usa coordenadas reais de pontos médios de trechos, com ligações esquemáticas; não é o traçado hidrográfico completo ou um mapa de inundação. A tela IPH usa a versão real de 03/09; as demais usam QC2 de 07/09.

06 / Como funciona

Dados observados.
Comparação espacial. Estimativas rastreáveis.

A sequência abaixo resume o fluxo implementado do Atlas experimental.

01 / DADOS

Estações e bacias

Estatísticas fluviométricas, atributos físicos e climáticos e Base Hidrográfica Ottocodificada (BHO), preservados em cópias versionadas.

02 / QUALIDADE

Auditoria por alvo

Verificação de valores, unidades e vínculos entre estação e bacia. Regras de elegibilidade das doadoras registradas para cada variável.

03 / AVALIAÇÃO

Comparar e calibrar

Blocos espaciais separam treino e avaliação. A escolha de métodos e a calibração dos intervalos ocorrem no ciclo interno.

04 / CONSULTA

Resultado por cobacia

Estimativa, intervalo, método, classe experimental e versão. A consulta permite examinar as doadoras e exportar recortes.

O que significa validação espacial?

A avaliação usa grupos de estações separados no espaço para testar a transferência para locais distintos dos usados no treinamento. No Atlas QC2 são cinco divisões externas e três internas. Essa separação reduz o otimismo de uma divisão aleatória; os resultados continuam exploratórios, pois houve revisões ao longo do desenvolvimento.

Quais vazões são consultadas nesta versão?

QMLT é a vazão média de longo termo. Q95 e Q50 são vazões igualadas ou excedidas em 95% e 50% do tempo da série de referência. Q7,10 corresponde à mínima média em sete dias associada a dez anos de tempo de retorno; nesta versão, usa ajuste GEV com momentos-L. GEV10, GEV50 e GEV100 são estimativas de máximas diárias pela distribuição Generalizada de Valores Extremos, com tempos de retorno de 10, 50 e 100 anos.

07 / Utilidade pública

Informação para planejar
e orientar novos estudos.

Usos potenciais, condicionados à validação das estimativas e à avaliação técnica de cada situação.

Subsidiar estudos hidrológicos

Identificar fontes de informação e faixas de vazão para estudos de cheias, em conjunto com levantamentos de campo e modelagem hidráulica.

O Atlas não fornece, por si só, profundidades ou manchas de inundação.

Priorizar levantamentos

Localizar trechos com pouco suporte de estações ou intervalos largos, orientando onde investigar dados e ampliar o monitoramento.

Aplicação potencial; o efeito dessa priorização ainda não foi avaliado.

Examinar alternativas de método

Comparar estimativas e observar divergências antes de selecionar um método para estudos de prevenção e mitigação.

A seleção para um projeto específico exige responsabilidade técnica.

Qualificar a análise pública

Apresentar a origem dos resultados, suas versões e incertezas para apoiar a leitura crítica por equipes técnicas e gestores.

A ferramenta oferece subsídios; a decisão permanece com a equipe responsável.
08 / Dados e limites

A incerteza faz parte do resultado.

GEV100 exige revisão.

Na versão QC2, 99,95% das estimativas nacionais GEV100 estão na classe experimental D, sobretudo por intervalos largos. Sua disponibilidade não autoriza o uso em projetos de engenharia.

As classes A–D descrevem condições experimentais de suporte e incerteza. Nenhuma equivale a aprovação para produção.

Fontes do projeto
Estatísticas e atributos de estações HIDRO/ANA, atributos da BHO e produtos históricos presentes nos snapshots do projeto. São insumos, não certificação ou parceria institucional.
Período dos dados
O contrato inicial utiliza estatísticas com referência a partir de 1980. As séries e durações variam entre estações; a data da versão do Atlas não é a data de medição.
Intervalos da regionalização
Intervalos preditivos com nível nominal de 90%, avaliados empiricamente. Não representam toda a incerteza do ajuste de frequência.
Uma vazão de 100 anos acontece uma vez a cada século?

Não. Sob as hipóteses do modelo de frequência, um tempo de retorno de 100 anos corresponde a aproximadamente 1% de probabilidade de excedência em cada ano. Não determina a data da próxima cheia. A máxima diária também difere da vazão de pico instantâneo. Referência: USGS, 2010.

A página ou o Atlas emitem alertas de inundação?

Não há previsão em tempo real ou emissão de alertas nesta consulta. Estimativas de frequência caracterizam magnitudes e probabilidades sob hipóteses estatísticas. A análise de risco exige também informações sobre exposição, vulnerabilidade e condições locais.

Que limitações continuam em análise?

Permanecem pendentes a revisão humana de valores e vínculos suspeitos, a avaliação de produtos Log-Pearson III (LP3) e a qualidade da trilha Index Flood. A independência histórica de estimativas hidrológicas prévias da BHO em relação às estações não foi demonstrada. Dependência espacial, bacias pequenas, séries curtas e intervalos largos exigem cautela.

09 / Materiais e fontes

Conhecimento com origem identificada.

Documentação técnica do projeto

As abordagens são sustentadas pelas matrizes das Etapas 4–5, pelo encerramento científico da Etapa 6, pelo relatório nacional Index Flood, pela metodologia SIM/HREF e pela execução real IPH. Os gráficos atuais usam COMMON_METRICS, COVERAGE_AFTER_PROJECTION e o manifesto Atlas QC2 de 07/09/2026. Esses materiais estão no acervo de trabalho; seu endereço público ainda não foi definido.

O sistema está disponível no ambiente local de desenvolvimento. Esta página apresenta suas telas; não há endereço público confirmado para acesso ao Atlas.

Referências externas abaixo explicam conceitos e métodos. Não constituem validação deste projeto ou indicação de parceria.

Conhecimento para prevenção e mitigação.Departamento de Prevenção e Mitigação · Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil · Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

Defesa Civil Nacional · Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional · Governo Federal
Translation notes译文说明

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