Selo da Proteção e Defesa Civil — Brasil
Atlas de DesastresDashboard · DPM/SEDEC
Departamento de Prevenção e Mitigação · SEDEC · MIDR

Atlas de Desastres no Brasil — Dashboard 1991–2025

Painel interativo que organiza os registros municipais de desastres do S2iD, consolidados pelo Atlas Digital de Desastres no Brasil, em mapas, séries temporais, comparações e relatórios prontos para uso institucional.

Estágio: em validação institucional Versão da aplicação 0.3.0 Dados: jan/1991 a dez/2025 Atualização editorial: 30/09/2026

Acesso: o sistema funciona em ambiente interno da equipe e ainda não possui endereço público. A publicação em servidor com acesso por senha está preparada e depende de decisão institucional.

Imagem: tela Visão Geral da versão 0.3.0, capturada em 30/09/2026 no ambiente de desenvolvimento, sem filtros. Interface em validação; dados reais da base de 16/07/2026.
Problema e importância

Trinta e cinco anos de registros oficiais, difíceis de consultar

Desde 1991 os municípios brasileiros registram desastres no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), mantido pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC). O Atlas Digital de Desastres no Brasil consolida esses registros e os disponibiliza em planilha: 76.191 linhas e 70 colunas, cobrindo danos humanos, danos materiais, prejuízos públicos e privados e a classificação oficial de cada evento.

Nesse formato, perguntas rotineiras de quem planeja prevenção e mitigação exigem montar tabelas específicas a cada vez: onde os desastres se concentram, como isso mudou ao longo do tempo, quais municípios acumulam mais prejuízo em relação à sua população, quanto do registrado tem reconhecimento federal. O resultado costuma ficar preso a um arquivo pessoal, sem rastreabilidade e difícil de compartilhar.

O dashboard responde a essa necessidade: a mesma base oficial, sem alteração, passa a ser consultada por mapas, séries e filtros combináveis, com cada recorte gravado em um endereço compartilhável e com a metodologia e as limitações publicadas dentro do próprio produto.

Uma base, um registro por município

Cada linha é um protocolo do S2iD. Um desastre regional gera um registro por município atingido. O dashboard preserva esse grão e o explica em todas as telas.

Distinguir "zero" de "sem registro"

A planilha não tem valores em branco: ausência de informação virou zero na origem. No mapa, município sem registro no recorte é visualmente diferente de município com valor zero informado.

Relação com a prevenção e a mitigação

O histórico de registros é insumo para identificar territórios recorrentes, sazonalidade e tipologias predominantes. Ele apoia a priorização de estudos e de medidas, mas não substitui mapeamento de risco nem avaliação local.

O que o projeto oferece

Seis capacidades implementadas, em validação pela equipe

Todas as capacidades abaixo estão implementadas e cobertas por testes automatizados. A conferência humana das cifras, das leituras estatísticas e dos textos ainda está em curso; por isso o estágio declarado é "em validação".

Mapa municipal dos 5.570 municípios

Coroplético em SVG, sem dependência de placa gráfica. Valores absolutos ou por habitante, escala por quantis ou logarítmica, animação ano a ano com escala congelada e exportação em PNG com título e legenda.

Implementado

Treze filtros combináveis, gravados no endereço

Período, região, UF, município, grupo, tipologia, status, bioma, região hidrográfica, fase ENSO e marcadores de mortes e prejuízo. Todo recorte vira um link que reproduz a mesma visão.

Implementado

Mapas comparativos lado a lado

De dois a seis painéis com a mesma métrica e a mesma escala de cores, passagem sincronizada do mouse, mapa de diferença entre dois recortes e correção por anos de cada fase ENSO. Prancha composta em PNG.

Implementado

Leitura climática: El Niño e La Niña

Série do Índice Oceânico Niño (ONI) da NOAA alinhada aos registros, contraste por fase e região, correlações defasadas e 21 episódios históricos. Estatísticas pré-calculadas e explicadas com suas ressalvas.

Implementado · validação por especialista pendente

Relatório imprimível e exportações

Página que fotografa o recorte atual (indicadores, mapa, sazonalidade, rankings e nota metodológica) para impressão ou PDF pelo navegador. Tabela de registros com exportação em CSV e detalhe de cada protocolo.

Implementado

Metodologia e qualidade dentro do produto

Página que publica as 16 validações do processamento, os avisos, as cifras de conferência contra a planilha e as limitações de leitura. Interface em português e inglês, com três temas visuais.

Implementado
Conheça o sistema

Telas reais da versão em validação

Capturas da versão 0.3.0 feitas em 30/09/2026 no ambiente de desenvolvimento, com o tema SEDEC e a base de dados de 16/07/2026. Clique em uma tela para ampliar. As cores dos mapas e gráficos seguem as escalas do próprio sistema.

Mapa municipalCada município recebe uma classe de cor pela quantidade de registros no recorte. Serve para localizar concentrações e comparar territórios sob os mesmos filtros.Interface em validação
Mapa bivariadoCruza a métrica de desastre com a vulnerabilidade social do IPS Brasil 2026 em uma grade de 3 × 3 classes, para destacar municípios com muitos registros e baixo progresso social.Interface em validação
Mapas comparativosPainéis com métrica e escala únicas, aqui normalizados pelos anos de cada fase do ENSO, para que a comparação não seja distorcida pela duração desigual das fases.Interface em validação
El Niño e La NiñaAlinha o índice oceânico da NOAA aos registros e resume o contraste entre fases por região e grupo de desastre. A página explica que o fenômeno desloca probabilidades e não determina eventos.Validação por especialista pendente
Evolução temporalSérie anual ou mensal por grupo, tipologia ou região, com seleção de intervalo que vira filtro global.Interface em validação
RegistrosConsulta linha a linha, com o detalhe completo de cada protocolo e exportação do recorte em CSV.Interface em validação
Relatório imprimívelFotografa o recorte atual em uma página pronta para impressão ou PDF, com nota metodológica ao final.Interface em validação

Nenhuma imagem desta página foi gerada artificialmente: todas são capturas do sistema em funcionamento. As telas podem mudar até a publicação. Não há dados pessoais nas capturas; os registros exibidos são públicos e agregados por município.

Como funciona

Da planilha oficial à tela, sem alterar a fonte

Entrada. A planilha do Atlas Digital de Desastres (aba "Atlas Valores Corrigidos", 76.191 registros) é lida em modo somente leitura. A malha dos 5.570 municípios vem da base territorial do IBGE de 2022, importada uma única vez do banco geográfico institucional e simplificada para uso no navegador.

Processamento. Um script reprodutível renomeia e tipa as 70 colunas, normaliza unidades da federação e regiões, deriva ano, mês e década da data do evento e aplica 16 validações obrigatórias. Se qualquer validação falhar, nada é gravado. O resultado é um conjunto de arquivos analíticos carimbados com a impressão digital (SHA-256) da planilha de origem.

Enriquecimentos. População e Índice de Progresso Social (IPS Brasil 2026) por município, índice ONI mensal da NOAA com a fase de cada mês, e bioma e região hidrográfica de cada município por ponto interno.

Produtos. Uma API de consulta lê os arquivos com um motor analítico em memória e responde aos filtros; a interface web renderiza mapas, gráficos, tabelas e o relatório. Em execução, o sistema não depende de banco de dados nem de serviços externos.

Fluxo de dados do dashboard Planilha oficial e malha IBGE entram em um processamento com 16 validações, que gera arquivos analíticos; uma API de consulta os lê e a interface exibe mapas, gráficos, tabelas e relatório. Planilha oficial do Atlas 76.191 registros · 70 colunas · S2iD Malha municipal IBGE 2022 5.570 municípios · importada uma vez Processamento reprodutível · 16 validações obrigatórias Se uma validação falha, nenhum arquivo é gravado. Enriquecimentos: IPS 2026 · ONI/NOAA · bioma · região hidrográfica Arquivos analíticos versionados pela impressão digital da planilha registros · dimensões · relatório de qualidade · malha GeoJSON API de consulta 15 rotas · 13 filtros · 17 métricas motor analítico em memória, sem banco Interface web 8 páginas · mapa SVG · PT/EN recorte gravado no endereço (URL)
Em texto:
  1. Planilha oficial do Atlas (76.191 registros) e malha municipal IBGE 2022 (5.570 municípios).
  2. Processamento reprodutível com 16 validações; falha em qualquer uma interrompe a gravação.
  3. Arquivos analíticos carimbados com a impressão digital da planilha e relatório de qualidade.
  4. API de consulta com 15 rotas, 13 filtros e 17 métricas, sem banco de dados em execução.
  5. Interface web com 8 páginas, mapa em SVG e recorte gravado no endereço.
Aplicações na prevenção e na mitigação

Decisões e atividades que os produtos podem apoiar

O dashboard não prevê desastres nem decide por ninguém. Ele organiza o histórico oficial para que equipes técnicas e gestores façam perguntas melhores. Os usos abaixo são compatíveis com o que o sistema já faz; nenhum deles foi ainda avaliado em operação, porque o sistema não foi publicado.

Priorização territorial de estudos e medidas

Identificar municípios e regiões com recorrência de registros, por tipologia, como ponto de partida para mapeamentos de risco, obras de contenção e drenagem e planos de contingência. O mapa por habitante evita que o tamanho da população domine a leitura.

Uso potencial

Preparação sazonal

Ler a sazonalidade dos registros (verão com enxurradas e inundações, meio do ano com estiagens) e a fase corrente do ENSO para orientar campanhas, estoques e articulação com estados e municípios antes do período crítico.

Uso potencial

Subsídio a relatórios e reuniões

Gerar em minutos um relatório do recorte com indicadores, mapa e rankings, ou uma prancha comparativa em PNG, com a versão da base e os filtros declarados no próprio documento.

Uso potencial

Leitura da composição dos registros

Separar ocorrências com reconhecimento federal das apenas registradas, e danos materiais de prejuízos econômicos, para evitar somas indevidas em análises e ofícios.

Uso potencial

Contexto socioeconômico e climático

Combinar o histórico de desastres com progresso social, bioma e região hidrográfica para orientar recortes de política pública. A associação exibida é estatística e não indica causa.

Uso potencial

Conferência e transparência

Publicar, junto de cada análise, as validações e as cifras de conferência contra a planilha, o que facilita auditoria e reprodução por outras equipes.

Uso potencial
Método, dados e limitações

Fontes, regras de leitura e cautelas

Fontes de dados

FonteUso no dashboardReferência
Atlas Digital de Desastres no Brasil (S2iD / SEDEC / MIDR)Base principal: 76.191 registros municipais, jan/1991 a dez/2025, aba "Atlas Valores Corrigidos"Planilha de 16/07/2026; versão 9c3f4404acfc
COBRADE (Portaria MDR nº 260/2022)Classificação de cada registro em 16 tipologias e 4 grupos60 dos 65 códigos aparecem na base
Malha municipal IBGE 2022Polígonos dos 5.570 municípios, UFs e contorno nacionalImportada do banco geográfico institucional em 16/07/2026
IPS Brasil 2026 (Imazon / Social Progress Imperative)População 2025, IPS e dimensões, índice de vulnerabilidade climática municipalCasamento por nome e UF: 5.570 de 5.570 municípios
ONI (NOAA, Climate Prediction Center)Fase El Niño / La Niña / Neutro de cada mês, 1950–2026Limiar ±0,5 °C; episódios com 5 temporadas consecutivas
Bioma e região hidrográficaClassificação única por município, pelo ponto interno do polígono6 biomas; 12 regiões hidrográficas

Cifras de conferência (recorte completo)

76.191registros municipais
5.256municípios com registro (94%)
5.535mortos (soma dos registros)
R$ 666,7 biprejuízos públicos e privados

Valores publicados na página Metodologia & Qualidade do sistema e fixados em testes automatizados. Somas de pessoas entre registros são "pessoas-registro" (impacto acumulado), não pessoas únicas. Valores monetários conforme a correção aplicada pelo Atlas; a planilha não informa o ano-base.

Regras de leitura adotadas

  • Grão municipal. Contar "eventos" no dashboard é contar registros municipais; um desastre regional aparece uma vez por município atingido.
  • Eixo temporal pela data do evento. A data administrativa do registro fica apenas no detalhe do protocolo.
  • Status somados por padrão. "Reconhecido" e "Registro" aparecem juntos, com a composição sempre visível e filtro disponível.
  • Totais oficiais. Os totais da planilha foram validados contra seus componentes em 100% das linhas e são usados diretamente; danos materiais e prejuízos nunca são somados entre si.
  • Comparações honestas. Nos mapas comparativos, métrica e escala pertencem ao conjunto; comparações entre fases ENSO podem ser divididas pelos anos de cada fase.

Limitações que o leitor precisa conhecer

  • A base não tem valores em branco: zero pode significar "não informado".
  • A cobertura do registro cresceu ao longo da série. Comparações entre décadas medem, em parte, a evolução do próprio sistema de registro.
  • A malha de 2022 e a população de 2025 são aplicadas a todo o período; mudanças territoriais e demográficas não são refletidas.
  • Há 12 registros com data do evento posterior à data de registro, mantidos como estão e sinalizados como aviso.
  • A direção do índice de vulnerabilidade climática municipal ainda não foi confirmada na documentação da fonte; por isso o mapa bivariado usa por padrão o IPS invertido.
  • As estatísticas de ENSO mostram associação, não causa, e ainda aguardam validação por especialista.
Como são calculadas as estatísticas de El Niño e La Niña

Da série mensal de registros subtrai-se uma média móvel centrada de 60 meses, para remover a melhoria de cobertura ao longo do tempo, e o resíduo é padronizado pela climatologia de cada mês do calendário. O contraste entre fases é a diferença das anomalias médias sob El Niño e sob La Niña, em desvios-padrão; uma célula região × grupo só é marcada como robusta se o contraste for de ao menos 0,15 desvio-padrão com ao menos 500 registros.

As correlações defasadas comparam a anomalia de registros com o ONI de 0 a 18 meses antes; o limiar de significância usa o número efetivo de observações de Bretherton e colaboradores (1999), que corrige a forte autocorrelação do índice. Os episódios seguem a regra da NOAA: cinco temporadas trimestrais consecutivas com |ONI| ≥ 0,5 °C. Para cada episódio, o excesso de registros é comparado aos meses neutros de uma janela de ±3 anos.

Os cálculos estão implementados no processamento e ancorados em testes automatizados. A adequação científica do método não foi objeto da auditoria técnica de julho de 2026 e depende de revisão por especialista.

Estágio e próximos passos

Onde o projeto está em 30 de setembro de 2026

O sistema está funcionalmente completo para o escopo definido e passou por auditoria técnica documental em 28/07/2026. A restrição atual é de exposição: ele ainda não foi publicado em servidor. Não há cronograma ou percentual de avanço a declarar.

Concluído

  • Processamento reprodutível da planilha com 16 validações e relatório de qualidade (base de 16/07/2026).
  • Malha municipal, bioma e região hidrográfica materializados a partir do banco geográfico institucional.
  • API de consulta com 15 rotas e interface com 8 páginas, em português e inglês.
  • Mapa municipal, mapas comparativos, página ENSO, relatório imprimível, exportações CSV e PNG.
  • 42 testes automatizados (dados, API e navegação de ponta a ponta), todos aprovados na auditoria.
  • Auditoria técnica com cinco relatórios (81 páginas) e empacotamento em contêiner para servidor Linux.

Em validação

  • Conferência humana das cifras e das leituras de interface pela equipe do DPM.
  • Revisão do método ENSO por especialista e anexação das referências ao repositório.
  • Confirmação da direção do índice de vulnerabilidade climática municipal junto à fonte.
  • Decisão sobre os 12 registros com datas logicamente inconsistentes.
  • Revisão da tradução em inglês por leitor técnico.

Preparado ou previsto

  • Publicação em servidor institucional com acesso por senha: procedimento documentado; execução depende de infraestrutura e de decisão da DPM.
  • Rotina de atualização da base a cada nova edição do Atlas, com responsável e periodicidade definidos.
  • Cópia de segurança dos arquivos processados e monitoramento simples de disponibilidade.
  • Previsto para depois: empacotamento para uso local sem servidor e malha em resolução mais fina para ampliação.
Materiais e referências

Documentos do projeto e fontes consultadas

Documentos do projeto

Os documentos abaixo existem no repositório interno do projeto e ainda não têm endereço público. Solicite ao DPM.

  1. InternoDicionário de dados e decisões de normalização (julho de 2026).
  2. InternoRelatório de validação humana: roteiro de conferência das cifras e das telas (28/07/2026).
  3. InternoRelatório metodológico: fontes, regras de negócio e métodos estatísticos (28/07/2026).
  4. InternoRelatório de implementação e situação atual, com pendências e riscos (28/07/2026).
  5. InternoEspecificações técnicas de implantação em servidor e guia de empacotamento (julho de 2026).
  6. InternoPágina "Metodologia & Qualidade" do próprio dashboard, com as validações e cifras de conferência.

Glossário breve

Desastre
Resultado de evento adverso, natural ou antrópico, sobre cenário vulnerável, que cause danos humanos, materiais ou ambientais e prejuízos econômicos e sociais (Decreto nº 10.593/2020).
Prevenção
Medidas prioritárias destinadas a evitar a conversão de risco em desastre ou a instalação de vulnerabilidades (Decreto nº 10.593/2020).
Mitigação
Medidas destinadas a reduzir, limitar ou evitar o risco de desastre (Decreto nº 10.593/2020).
Registro municipal
Protocolo do S2iD referente a um município atingido; um desastre regional gera um registro por município.
Reconhecimento federal
Chancela da SEDEC à situação de emergência ou ao estado de calamidade declarados pelo ente (Portaria MDR nº 260/2022). No dashboard, status "Reconhecido".
ONI
Índice Oceânico Niño da NOAA: média móvel de três meses da anomalia de temperatura do mar na região Niño 3.4; El Niño com ONI ≥ +0,5 °C e La Niña com ONI ≤ −0,5 °C.

Referências externas

Links externos exigem conexão com a internet.

  1. MIDR/SEDEC. Atlas Digital de Desastres no Brasil. Brasília: Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Acesso em 30/09/2026.
  2. BRASIL. Portaria MDR nº 260, de 2 de fevereiro de 2022 (consolidada com a Portaria nº 3.646/2022): procedimentos para declaração de situação de emergência e reconhecimento federal; anexo com a Classificação e Codificação Brasileira de Desastres (COBRADE).
  3. BRASIL. Decreto nº 10.593, de 24 de dezembro de 2020: organização do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil; definições de prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação.
  4. BRASIL. Lei nº 12.608, de 10 de abril de 2012: Política Nacional de Proteção e Defesa Civil.
  5. IBGE. Malha Municipal. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Edição 2022.
  6. NOAA Climate Prediction Center. Oceanic Niño Index (ONI): Historical El Niño / La Niña episodes (1950–present). Acesso em 30/09/2026.
  7. BRETHERTON, C. S.; WIDMANN, M.; DYMNIKOV, V. P.; WALLACE, J. M.; BLADÉ, I. The effective number of spatial degrees of freedom of a time-varying field. Journal of Climate, v. 12, n. 7, p. 1990–2009, 1999.
  8. IMAZON; SOCIAL PROGRESS IMPERATIVE. Índice de Progresso Social Brasil 2026. Belém: Imazon, 2026. 57 indicadores para os 5.570 municípios.
  9. UNDRR. Sendai Framework Terminology on Disaster Risk Reduction. Genebra: United Nations Office for Disaster Risk Reduction, 2017. Definições de ameaça (hazard), exposição, vulnerabilidade e risco de desastre.

Translation notes译文说明

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