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Ferramenta de apoio · sistema estável em uso interno · dados ao vivo dos serviços públicos da ANA
Sistema Webservice ANA · plataforma FERAH

Toda a rede hidrométrica do país, com a pergunta certa na frente

Aquisição guiada de inventário, séries históricas e telemetria da ANA

Sistema estável Dados ao vivo da ANA 17.914 estações fluviométricas no inventário Atualizado em 30/09/2026

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico mantém o maior acervo hidrométrico do país e o oferece por serviços públicos na internet. O difícil nunca foi baixar: foi escolher. Quais estações têm série longa o bastante para uma análise de frequência? Quais chegam até ontem para alimentar uma previsão? Quais têm medição de descarga para ajustar uma curva-chave?

O sistema Webservice ANA coloca essas perguntas na ordem certa: uma receita arma os critérios, quatro passos os explicam, um funil mostra quanto cada um cortou e, só então, o lote é baixado, diagnosticado ano a ano e exportado nos formatos que o FERAH e a comunidade hidrológica já usam.

Tela Seleção do Webservice ANA: à esquerda as seis receitas e o passo 1 aberto (rede fluviométrica, vazões, consistido mais bruto nas falhas, diário); ao centro o mapa do Brasil com as 17.914 estações fluviométricas, 11.304 em operação em verde e 6.610 desativadas em cinza; à direita o controle de cor por situação e os fundos mapa, satélite e relevo; no rodapé a barra de ação com o total e o botão Baixar séries.
A rede fluviométrica nacional na tela de seleção. 17.914 estações do inventário da ANA, 11.304 em operação e 4.312 telemétricas, em 37 unidades da federação e países vizinhos, com áreas de drenagem de 0,15 km² a 5,94 milhões de km². Captura de 30/09/2026, inventário rebaixado no mesmo dia.
17.914
estações fluviométricas
inventário da ANA em 30/09/2026; 11.304 em operação
22.819
estações pluviométricas
a segunda rede, com o mesmo fluxo de seleção
4.312
estações telemétricas
leituras sub-diárias que chegam até ontem
6
receitas de tarefa
frequência, previsão, curva-chave, chuva, rede básica, inventário
80 ms
para abrir o inventário
do cache local; rebaixar da ANA leva cerca de 7 s e 61 MB
40
campos por estação
dos 74 que a ANA publica; o painel legado lia 18

Números do inventário lidos na interface em 30/09/2026 e medições registradas na documentação de implementação (docs/09, agosto de 2026). O sistema não mantém um acervo próprio de séries: cada lote é baixado sob demanda dos serviços da ANA.

Problema e importância

Sem dado de estação não há vazão de projeto, alerta de cheia nem curva-chave

Quase tudo o que a Diretoria de Prevenção e Mitigação calcula sobre rios começa numa estação da ANA: a série de vazões que alimenta a análise de frequência de cheias, a cota que calibra uma curva-chave, a chuva que força um modelo hidrológico, a leitura telemétrica de ontem que atualiza o estado de uma previsão. Os outros sistemas da plataforma FERAH dependem desse acesso.

O painel do software legado fazia esse trabalho em 3.821 linhas de interface, com seis quadros de filtros abertos ao mesmo tempo e cinco deles mutuamente excludentes: marcar um desabilitava os outros. Cada consulta baixava o inventário inteiro, 61 MB, antes de responder qualquer coisa. A tela parecia travada.

O porte web guardou a lógica que funcionava, o cliente dos serviços da ANA, e trocou a ordem das perguntas. Primeiro o quê, depois onde, depois quais, por fim com que exigência. E antes de baixar, o funil diz quantas estações restaram e por quê.

O que muda para quem usa

  • Receitas em vez de formulários. Um clique arma os critérios da tarefa e o cartão explica por que aqueles valores.
  • Filtros que se compõem. Todos os atributos do inventário combinam entre si, inclusive a área desenhada no mapa e a bacia de um rio da BHO.
  • O funil antes do download. "Por que só sobraram doze?" tem resposta antes de qualquer requisição à ANA.
  • A ficha da estação como gaveta. Abre sobre qualquer tela, por clique no mapa ou por Ctrl+K, e fecha no Esc, sem perder a seleção de vista.
  • Diagnóstico ano a ano. Cada ano aceito ou recusado pelo critério de falha, e cada estação descartada sai com o motivo registrado.
Como se escolhe uma estação

Uma receita, quatro passos e um funil

O fluxo de seleção é o coração do sistema. As capturas abaixo mostram a receita "Análise de frequência" aplicada à rede fluviométrica nacional em 30/09/2026.

Análise de frequência

Vazões, pelo menos 30 anos, critério de falha tolerável a 10%, só estações com área de drenagem cadastrada. Trinta anos é o mínimo praticado para ajustar Gumbel ou GEV com incerteza aceitável.

Previsão operacional

Vazões consistidas, com bruto e telemetria nas falhas; só estações telemétricas em operação; pelo menos 5 anos. Séries que chegam até ontem.

Curva-chave

Cotas pela média das leituras de 7h e 17h; só estações com medição de descarga líquida e com área.

Chuva para modelagem

Rede pluviométrica, soma diária, pelo menos 20 anos, falha tolerável a 10%.

Rede básica ativa

O que a ANA opera hoje: só estações da rede básica em operação.

Só inventário

A tabela de estações com todos os atributos, sem baixar nenhuma série.

A receita em ação. Um clique em "Análise de frequência": o passo 3 ganha o filtro "com área", o passo 4 passa a exigir 30 anos, e o funil mostra que 4.861 estações saíram por não ter área cadastrada. A exigência de série será avaliada estação a estação, na hora do lote.

O funil com números reais

Funil da receita Análise de frequência em 30/09/2026: inventário fluviométrico 17.914 estações; após o filtro de atributo com área, 13.053; limite da consulta 500 estações por lote. Ao lado, o lote da bacia do Rio Negro de 25/08/2026: 17.909 no inventário, 17.909 após atributos, 33 dentro da geometria. Análise de frequência · Brasil · 30/09/2026 inventário fluviométrico · 17.914 com área cadastrada · 13.053 −4.861 limite de 500 por lote (ajustável) Bacia do Rio Negro (PR/SC) · lote de 25/08/2026 inventário · 17.909 após atributos · 17.909 dentro da geometria · 33−17.876 pela bacia da BHO

Escala das barras proporcional ao número de estações. Fonte: interface do sistema (30/09/2026) e tela Consultas, lote de 25/08/2026.

② Onde. Uma área desenhada, um arquivo vetorial ou a bacia inteira de um rio da BHO, obtida do núcleo compartilhado sem passar pelo sistema vizinho.
③ Quais estações. Atributos do inventário que se compõem. A busca ignora acentos: "sao francisco" encontra as 501 estações de "SÃO FRANCISCO".
④ Exigência da série. Tamanho, período e critério de falha, avaliados ano a ano em ano civil, hidrológico ou janela sazonal. "Usar só como restrição" decide quem entra, mas exporta a série completa.
O funil de seleção em um esquema. Figura da documentação do FERAH (setembro de 2026). Os totais do inventário são os de agosto de 2026; em 30/09/2026 a rede fluviométrica tinha 17.914 estações.
Uma estação por dentro

Pirapora Barreiro, no São Francisco: 57 anos aceitos em 59

A ficha da estação 41135000 (Pirapora Barreiro, rio São Francisco, MG, 62.200 km²), aberta pela busca rápida em 30/09/2026, com a série baixada ao vivo da ANA.

O que a ficha mostra

  • Série. 21.150 registros diários de vazão de 02/06/1968 a 30/04/2026, 57,9 anos com 0,0% de falha, média de 754,32 m³/s. A origem de cada dado fica visível: 20.301 valores consistidos e 849 brutos que preencheram lacunas.
  • Diagnóstico anual. 59 anos na série, 57 aceitos pelo critério de falha tolerável a 10%, maior sequência de 57 anos. O ano de 1968, com 41,8% de falha, é recusado; todos os outros passam.
  • Máximas anuais. 57 picos com data e falha do ano, prontos para a análise de frequência: 6.615 m³/s em 18/02/1979, o maior da série.
  • Bacia pela BHO. A ficha da ANA já traz a ottobacia em que a estação cai (76951173) e a área pela base, 61.990 km², ao lado dos 62.200 km² do inventário.

O consistido tem precedência, o bruto preenche as lacunas e nunca sobrescreve, a telemetria estende a série até ontem. É o padrão do FERAH, e a ficha mostra quantos valores vieram de cada origem.

Série. A ficha da ANA à esquerda, a série e a origem de cada dado à direita.
Diagnóstico anual. Cada ano aceito ou recusado pelo critério, com a falha medida. Leva 0,3 s com a série em cache, contra 3 s consultando a ANA.
Máximas anuais. O insumo direto da análise de frequência de cheias, com a data de cada pico e a falha do ano.
Conheça o sistema

Três telas e uma gaveta

Seleção, Consultas e Telemetria; a ficha da estação abre sobre qualquer uma delas. Capturas de 30/09/2026 no ambiente interno do DPM. Selecione uma imagem para ampliar.

Consultas. O que já foi pedido e como foi: progresso, a trilha da seleção, o estado de cada estação (aprovada, reprovada, sem dados, erro ou recusa da ANA, com o motivo) e a exportação. O lote roda em segundo plano; a aba pode ser fechada sem perder nada.Ampliar imagem
Telemetria. Leituras sub-diárias de vazão, nível ou chuva, agregadas ao dia como o usuário preferir. A estação 85900000 (rio Pardo, RS) respondia com a leitura do próprio dia.Ampliar imagem
Busca rápida. Ctrl+K encontra a estação por código, nome ou rio, nas duas redes, e abre a ficha com Enter.Ampliar imagem
O mapa como filtro. Shift + arrastar desenha a área; clique abre a ficha; Alt + clique restringe a seleção à estação; a legenda conta por classe e isola no hover; fundos mapa, satélite e relevo; exportação em PNG.Ampliar imagem
Cor por telemetria. Situação, telemetria, área de drenagem ou responsável: a mesma rede lida por quatro perguntas diferentes.Ampliar imagem
Ver lista. A seleção em tabela, filtrável, com o código abrindo a ficha. O inventário da ANA inclui estações de países vizinhos da bacia amazônica.Ampliar imagem
Tema escuro. O fundo do mapa segue o tema da interface.Ampliar imagem
Como funciona

Inventário em cache, seleção sem baixar, lote em segundo plano

Inventário

O cadastro nacional é baixado da ANA (cerca de 7 s, 61 MB), guardado em Parquet de 1,5 MB por rede e lido em 80 ms. O indicador no topo avisa quando ele vence, aos 7 dias, e um clique o rebaixa.

Seleção

Receita, passos e mapa filtram o inventário local. A trilha registra quanto cada critério cortou; nenhuma requisição à ANA acontece ainda.

Lote

As séries são pedidas ao serviço da ANA com 3 conexões simultâneas e um intervalo mínimo de 350 ms entre requisições. Com seis conexões, boa parte de um lote voltava vazia: a ANA limita a taxa.

Consolidação

Consistido com precedência, bruto nas lacunas, telemetria até ontem. O critério de falha avalia cada ano; quem não passa sai com o motivo.

Exportação

DAT tipo 1 e tipo 2 (o formato do HIDRO), CSV longo e largo, planilha, ZIP por estação e a tabela do inventário com o motivo de cada descarte.

O sistema conversa só com o serviço público de telemetria e séries da ANA, sem autenticação. O serviço antigo do HidroWeb está desativado e o novo, com token, não faz parte do escopo; a interface v2 fica registrada como possibilidade futura.
Quem usa no FERAH

O cliente da ANA que os outros sistemas chamam direto

Previsão hidrológica

A telemetria de ontem atualiza o estado dos reservatórios do modelo antes de projetar os próximos dias. Em 22/08/2026 a estação 85900000 devolvia 2.489 m³/s às 7h do dia anterior.

Curva-chave e HAND

As cotas e medições de descarga que ajustam a curva-chave das cerca de 15 mil estações vêm do mesmo cliente.

Conjuntura hidrológica

As séries e o recorte espacial da anomalia hidrológica nacional.

Clima-SIN

O fator entre o pico instantâneo e a média diária, medido na telemetria da ANA para as vazões de projeto.

BHO

Na direção contrária: a bacia de um rio da BHO vira área de interesse da seleção. A ottobacia 8629111 (Rio Negro, PR/SC) delimita 33 estações; a bacia de Piranhas (49330000) mede 610.279 km² pela BHO contra 610.000 km² no inventário, +0,05%.

Regra de fronteira

Cada sistema chama o cliente do núcleo compartilhado, sem HTTP entre sistemas. Se este cair, a Previsão continua conversando com a ANA.

Serviços, dados e limitações

O que o sistema consome, o que guarda e o que ainda não faz

Serviços da ANA

  • Serviço público de telemetria e séries (ServiceANA): inventário, séries históricas, dados hidrometeorológicos, rede telemétrica, rios, sub-bacias, entidades e municípios. Sem autenticação; respostas em XML lidas diretamente.
  • Serviço antigo do HidroWeb: desativado, não reimplementado.
  • HidroWeb v2 com token: no ar, fora do escopo.

Dados e formatos

  • Inventário: 17.914 fluviométricas e 22.819 pluviométricas (30/09/2026), 40 campos por estação, cache válido por 7 dias.
  • Séries de cotas, vazões e chuvas, consistidas (nível 2) e brutas (nível 1); cotas em três famílias (média diária, 7h e 17h).
  • Telemetria sub-diária de vazão, nível e chuva, agregável ao dia.
  • Lote: padrão de 3 conexões e limite de 3.000 estações por consulta.

Limitações

  • Depende de internet até a ANA para séries e telemetria; só o inventário em cache responde sem rede.
  • A ANA limita a taxa (HTTP 429): o cliente espera, tenta quatro vezes e desiste com erro claro.
  • O certificado do serviço da ANA costuma falhar na cadeia; a verificação de TLS está desligada, decisão registrada.
  • O consistido atrasa anos; para o presente, a telemetria é a fonte.
  • A bacia de estações grandes na BHO leva até um minuto na primeira vez (50 mil ottobacias); depois fica em cache e responde em 0,2 s.
Estágio e próximos passos

Estável, em uso interno, sem acervo próprio

Concluído
  • As três telas, a gaveta da estação, as seis receitas, os quatro passos e o funil (reorganização de 25/08/2026).
  • Cliente dos serviços da ANA no núcleo compartilhado, usado por Previsão, Curva-chave, Conjuntura e Clima-SIN.
  • Exportação nos formatos DAT (tipo 1 e 2), CSV, planilha e ZIP.
Em uso interno
  • Sistema em operação no ambiente interno do DPM, sem endereço público.
  • O quadro de estado dos sistemas (04/09/2026) registra "estável, nada pendente".
  • Os lotes existentes são de teste (25/08/2026); o sistema não mantém acervo de séries: cada estudo baixa o que precisa.
Previsto ou possível
  • Cliente da HidroWeb v2 com token, quando houver credencial institucional.
  • Rebaixa automática do inventário pluviométrico, hoje manual quando vence.
Referências

Serviços, marco institucional e documentação

Serviços e dados

  1. ANA. Portal HidroWeb, Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos: snirh.gov.br/hidroweb.
  2. ANA. Serviço de dados hidrometeorológicos e telemetria (ServiceANA): telemetriaws1.ana.gov.br.
  3. ANA. Base Hidrográfica Ottocodificada 2017 5k: metadados.snirh.gov.br.
  4. Brasil. Lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997 (Política Nacional de Recursos Hídricos). Planalto. Lei nº 12.608, de 10 de abril de 2012 (Política Nacional de Proteção e Defesa Civil). Câmara dos Deputados.

Documentação do projeto

  1. FERAH. Implementação web dos módulos BHO e Webservice (docs/09, Parte II), agosto de 2026. Documento interno do DPM.
  2. FERAH. README do sistema Webservice ANA: as três telas, o fluxo da seleção, o mapa e os atalhos.
  3. FERAH. Estado dos sistemas, retrato de 04/09/2026 (docs/30-migracao). Documento interno.
  4. FERAH. Legado: painel de acesso ao webservice HIDRO do FERAH/OpenJUMP (3.821 linhas), origem do cliente portado.
Glossário breve
Código de estação
Identificador de 8 dígitos da ANA; o sistema normaliza os zeros à esquerda que os serviços tratam de modo diferente.
Consistido e bruto
Nível 2, revisado pela ANA e pela operadora, e nível 1, como saiu do campo. O consistido atrasa anos.
Telemetria
Rede automática com leituras sub-diárias, disponíveis até o dia anterior.
Inventário
Cadastro nacional de estações, com situação, responsável, operadora, área de drenagem e datas de operação.
Receita
Conjunto de critérios pré-montado para uma tarefa, com a justificativa de cada valor.
Funil (trilha)
Quantas estações sobram depois de cada critério.
CF, SF, CFT
Critérios de falha por ano: aceita todo ano; aceita só ano completo; aceita se a falha ficar abaixo da tolerância.
Lote
Download em segundo plano, gravado em disco, com diagnóstico por estação e exportação.

Translation notes译文说明

Assisted technical translation. For quotations, figures or engineering decisions, consult the Portuguese source with the PT button. Figures and linked documents retain their original language.

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